quinta-feira, 22 de outubro de 2015

MINI BIOGRAFIAS

Tomás Enrique Araya (Viña del Mar, 6 de junho de 1961) é um músico chileno mais conhecido por ser o baixista e vocalista da banda de thrash metal Slayer. Grande parte de suas composições líricas são sobre serial killers e sua primeira contribuição lírica para o Slayer foi a faixa "At Dawn They Sleep", do álbum Hell Awaits, de 1985.
Com 5 anos de idade, ele e sua família imigraram para os Estados Unidos da América. Araya conseguiu um trabalho em 1980 como terapeuta respiratório, cujo salário utilizou para financiar a produção de seu primeiro álbum com o Slayer, "Show No Mercy". A maioria das contribuições nas letras das canções do grupo tratam sobre assassinos em série, um tópico interessante a ele.
Araya possui dois filhos, um menino e uma menina. É casado e vive em Buffalo, Texas, com sua esposa, a quem conheceu em um show da banda Slayer, há muito tempo atrás. Seu irmão Juan Araya, mais conhecido como John Araya é o baixista da banda de Death metal melódico, Thine Eyes Bleed.
Suas primeiras bandas tocavam covers de Judas Priest e Iron Maiden. Após conhecer Kerry King, formou o Slayer, em uma entrevista, perguntaram a Kerry King sobre o nome DragonSlayer, mas disse ele que foi apenas um mito da época.
Araya é um grande fã de futebol, além de usar em alguns shows a camisa da Seleção Chilena de Futebol (como é possível ver no DVD The Big 4 Live from Sofia, Bulgaria, aonde ele usa uma camisa usada pela La Roja na Copa do Mundo de 2010) e de seu clube de coração, o Everton de Viña del Mar.
Araya disse que é um erro entender como a imprensa que dizia que os membros da banda eram adoradores de Satanás: "Sim, sim, eu acho que é um dos maiores equívocos sobre a banda, nós somos apenas pessoas normais." Se o guitarrista Kerry King faz uma boa música, Araya expressa o que pensa - "Eu não sou um daqueles que diz: Isso é péssimo, porque eu não penso nisso. Para mim, é melhor dizer: Isto é bom, vai irritar as pessoas com isso!"
Em uma entrevista, Araya disse "Cristo veio para ensinar o amor, para não prejudicar os outros como no seu discurso: ...Aceite os outros de como eles são. Viva em paz e ame os demais". Questionado se ele acreditava em Deus, respondeu: "Acredito sim em um ser supremo, ... Mas ele ama a todos nós" Araya explicou que ele tem "uma forte crença na religião' e a imagem do Slayer ou suas canções nunca podem "interferir com o que eu penso e/ou o que sinto... As pessoas não sabem bem onde devem buscar suas crenças, seja por causa de um livro ou história que alguém escreveu, ou uma música do Slayer." . Araya apareceu no documentário de Sam Dunn "Metal: A Headbanger's Journey", respondendo à pergunta sobre sua formação religiosa onde Araya definiu como católico, com um sorriso. Ele também respondeu à pergunta "Onde se encaixa God Hates Us All?: "Deus não odeia ninguém, mas é um grande título".
Em outra entrevista, Araya disse:
 "Sim, eu acredito em Deus. Eu venho de um país evangélicos, nasci e cresci em um país evangélico. Meus pais, meu pai e minha mãe ajudaram uma igreja em Los Angeles... Na verdade meu pai que morreu há algum tempo atrás, era um diácono e minha mãe ainda me ensina o caminho de Deus, caminho que devo andar. Então, eu tenho muita fé em Deus."

As primeiras contribuições de Araya foram nas letras de At Dawn They Sleep e Crypts of Eternity, do álbum Hell Awaits. As músicas "213" e "Dead Skin Mask" revelam o interesse de Araya por assassinos em série, a primeira fala sobre Jeffrey Dahmer, enquanto a última fala sobre Ed Gein.
Araya escreveu a letra de "Eyes of the Insane", do álbum "Christ Illusion", que ganhou um Grammy em 2006. A inspiração para a canção veio de um artigo no Texas Monthly sobre as vítimas civis da guerra, e as experiências dos soldados que tentam lidar com o trauma causado às suas missões. Araya disse:

"... Em certos momentos dentro de uma missão no Iraque, as necessidades militares de ajuda tendem a rejeitá-lo. Eles tentam esconder isso esperando que tudo acabe bem. Tentam fazer com que você veja que vai acabar tudo bem, quando na verdade há um monte de porcaria que as pessoas não suportariam. Existem muitos soldados voltando para casa com angústias mentais e depressões. E a parte triste é que nós ouvimos tudo isso logo após a Guerra do Vietnã e a Guerra do Golfo dando a entender que e os militares querem esquecer tudo com uma nova guerra. É uma merda." 

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