quinta-feira, 8 de maio de 2014

TOP AGENDA

08-05 | ROCK IN DOBRO - Clássicos do Rock Acústico

"Rock In Dobro" acústico Queen, Pink Floyd, Kiss, Creedence,
Whitesnake, Bon Jovi, Pearl Jam, Alice in Chains, Skid Row
Hendrix, Metallica, Deep Purple, Journey, Van Halen e outros...
clássicos do rock com os músicos:

CLAUDIO PASSAMANI - Violão & Voz
PAULO BATERA - Percussão

PROMOÇÕES DA NOITE:

RODADA DUPLA DE CAIPIRINHA ATÉ AS 22HS - R$7,00
BALDE COM 9 LONG NECK (HEINEKEN-BUDWEISER-STELLA) - R$40,00
BALDE COM 10 BRAHMAS LATA - R$35,00
BALDE COM 10 ITAIPAVAS LATA - R$30,00
PORÇÕES E PETICOS VARIADOS A PARTIR DE R$15,00

+ TV's com Vídeos de bandas, UFC/Futebol, Sinuca, Tótó e Várias Promoções de Cervejas.

Local: CORRERIA MUSIC BAR (Antigo Skaldaria)
Av. Saturnino Rangel Mauro, 501 - Praia de Itaparica
(Próximo ao Hotel Marlim Azul na Rod.do Sol)
Hora: A partir das 20:00hs (show a partir das 21:30hs até 00hs)
ENTRADA FRANCA!
Classificação: Livre.

Informações: 98116-3325 (vivo) | 99988-8840 - Paulo Carvalho.
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Quinta-feira (08/05), como parte da Tenda Multicultural do Aniversário de 60 anos da UFES tem megashows com:
Amélia Barretto, André Prando´ e Fepaschoal!
Começa às 20h, entrada franca. Espalhe a pala! Só chegar!

Amélia traz a pré-estreia de seu primeiro disco: 'Chiliques Herméticos'....
Conheça seu trabalho: https://soundcloud.com/cd-amelia

André Prando traz o show do seu EP "Vão" e outros grandes sucessos do seu novo CD previsto pra 2014, "Estranho sutil", já conhecidos nas melhores sarjetas da cidade.
Conheça seu trabalho: https://soundcloud.com/andreprando

Fepaschoal apresenta seu repertório quente com músicas de seu disco "Cmdo Guatemala", releituras e músicas de seu novo EP que vem ainda em 2014: "O Canto do Urbanóide Parte I"
Conheça seu trabalho: https://soundcloud.com/fepaschoal


Aliás... a semana tá pegando fogo, tem coisa todo dia. Se liga na programação e avisa lá: https://blog.ufes.br/60anos/2014/04/23/tenda-multicultural-na-comemoracao-dos-60-anos-da-ufes/
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SHOW COM A BANDA URUBLUES
Amanhã 09/05/14
às 21:00

 
Wunderbar Kaffee
Rua Joaquim Lírio, 820, lojas 1, 2 e 3, 29055-643 Vitória
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Retrô, 09/05, 22h
| Rock | Pop | Dance | Trash | Poperô |
Show com a banda Galaxy (Tributo à cultura pop\rock 70, 80 e 90)
DJ's Tuzzão, Lara Lorenzoni e Chuck
...
O Stone Pub te convida a conhecer uma das bandas mais fieis aos hit's da cultura pop e rock dos anos 70, 80 e 90, Galaxy!
https://www.facebook.com/pages/Galaxy/119325248230662

A banda apresenta um repertório clássico nacional, como Titãs, Paralamas, Cazuza, RPM, Mamonas Assassinas e os internacionais Kool & The Gang, Erausre, KC and Sunshine Band, Buggles, Tears For Fears e por ai vai...

A noite ainda conta com DJ's soltando a mão no que há de melhor dessa época, filmes e clipes dos anos 80 e os tradicionais fliperamas com jogos que marcaram os anos 90.

E mais:
Distribuição de pirulitos retrô e balões surpresa na entrada, pra quem chegar cedo.

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Lineup:

22h30 - Chuck
23h30 - Show com a banda Galaxy
02h30 - Lara Lorenzoni
03h30 - Tuzzão
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ENTRADA*
R$15 até às 23h
R$20 após às 23h


*Pagamento do ingresso somente em dinheiro.

CENSURA: 18 anos com documento original de identificação com foto.

STONE PUB
Rua Rômulo Samorini, 33
Praia do Canto - Vitória - ES

Aceitamos Visa, Master, Elo e Banescard
alimentação | lounge | área de fumantes semi coberta

brahma | stella artois | heineken | budweiser | liber e brahma zero |

*CAPACIDADE MÁXIMA DA CASA: 200 PESSOAS.

INFO
(27) 3019-8178
(27) 98854 6844
(27) 99989 5654
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Coletivo Canelada apresenta:

OBSIDIAN LIES - Brazilian Fucking Metal
BAND BOYS - Rock Alternativo
SOB O MESMO SOL - Rock Alternativo...
PIER 23 - Rock n' Roll
VESPÍDEA - Rock

Promoções da noite:

BALDE COM 10 BRAHMAS LATA - R$35,00
BALDE COM 10 ITAIPAVAS LATA - R$30,00
PORÇÕES E PETICOS VARIADOS A PARTIR DE R$15,00

+ TV's com Vídeos de bandas, UFC/Futebol, Sinuca, Tótó e Várias Promoções de Cervejas.

Local: CORRERIA MUSIC BAR - Av. Saturnino Rangel Mauro, 501 - Praia de Itaparica V. Velha
Hora: 22:00hs
Ingressos: R$10 (dinheiro ou cartão)
Classificação: 16 anos com RG. Menor só com pai ou mãe.

Informações: 98116-3325 (vivo) | 99988-8840 - Paulo Carvalho
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Décima nona edição? Não é pra qualquer um hein! Então vamos nós para a que promete ser uma das melhores edições do maior festival de bandas cover do Espírito Santo, com as bandas:

LETAL - Cover Metallica
BIG BOSS - Cover Black Sabbath e Iron Maiden
PINK FLAMING - Cover Pink Floyd...
EVERLONG - Cover Foo Fighters
ECOSS URBANUSS - Cover Legião Urbana e Mamonas Assassinas
ENGENHEIROS TRIO - Cover Engenheiros do Hawaii

SORTEIO DE CAMISAS E BRINDES POR ORBITA ROCK!!!
"o loja mais rock'n roll do ES"

+ TV's com Vídeos de bandas, UFC/Futebol, Sinuca, Tótó e Várias Promoções de Cervejas.

Local: CORRERIA MUSIC BAR (Antigo Skaldaria)
Av. Saturnino Rangel Mauro, 501 - Praia de Itaparica V. Velha
(Próximo ao Hotel Marlim Azul na Rod.do Sol)
Hora: 19:00hs
Classificação: 16 anos com RG. Menor só com pai ou mãe.

Ingressos Antecipado:

R$10 na Orbita Rock e no Correria Music Bar
R$15 na hora.

Informações: 98116-3325 (vivo) | 99988-8840 - Paulo Carvalho
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Leve sua energia positiva e se solte na pista da Casa mais charmosa do Centro de Vix.
SambaTrio: Sambalanço de primeira com muito groove e swuing pra você sacudir a vontade.
DJ Zappie Pimentel: Black Music pra você soltar o esqueleto e balançar a vontade.
Fechado pra Balanço - SambaTrio e Dj Zappie - Entrada R$ 20,00 ( não terá mesas do lado de dentro da casa, só na rua. É uma festa pra dançar galera!!!)
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Rocket, 10/05, 22h
| Rock | Metal | Hard Rock | Classics |
Shows com as bands Black Dogs (Led Zeppelin Tribute) e Up The Irons (Iron Maiden Tribute)
DJ's Chico, Morelo e Stockton
...
Maio será conhecido como o mês do metal, no Stone Pub.
Começou domingo dia 04, segue sábado agora, dia 10 e finaliza no sábado dia 17.

As bandas não estão pra brincadeira e montaram um time imponente pra apresentar os 2 tributos especiais dessa vez.

A banda Up The Irons fará o tributo dos discos KILLERS e THE NUMBER OF THE BEAST, tocados na íntegra, sem pausa pra respirar e a banda conta com:

Kessy Borges (voz)
Bruno Massa (baixo e voz)
Leo Machado (guitarra)
Condor (guitarra)
Thalles Zaban (bateria)

Já o Black Dogs, tocando os maiores hit's da banda de Jimmy Page,
John Paul Jones, Robert Plant e John Bonham sobe aos palcos com:

Marco Antônio Cypreste (voz)
Bruno Massa (baixo)
Condor (guitarra)
Thalles Zaban e participação de Gabriel Guy (bateria)

Run to the Hills
Run for your lives

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Lineup:

22h30 - Chico
23h30 - Show com Black Dogs (Led Zeppelin tribute)
00h45 - Morelo
01h00 - Show com Up The Irons! (Iron Maiden tribute)
Tocando o álbum Killers
02h00 - Morelo
02h15 - Show com Up The Irons! (Iron Maiden tribute)
Tocando o álbum The Number of the Beast
03h30 - Stockton
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ENTRADA*
R$15 até às 23h
R$20 após às 23h


*Pagamento do ingresso somente em dinheiro.

CENSURA: 18 anos com documento original de identificação com foto.

STONE PUB
Rua Rômulo Samorini, 33
Praia do Canto - Vitória - ES

Aceitamos Visa, Master, Elo e Banescard
alimentação | lounge | área de fumantes semi coberta

brahma | stella artois | heineken | budweiser | liber e brahma zero |

*CAPACIDADE MÁXIMA DA CASA: 200 PESSOAS.

INFO
(27) 3019-8178
(27) 98854 6844
(27) 99989 5654
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SHOW COM A BANDA ESCARANOVOS NO TURKZOO
 
às 22:00
Daqui a 2 dias · 26 °C / 20 °C Aberto
 
Rua Dr João Carlos Souza, 742 Vitoria - ES, 29045-410, Brazil,
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A Fanfarra chega à mais uma edição e assume sua forma mais safadinha e sem limites, 'cause a little party never killed nobody!

Não vamos estragar toda as surpresa ainda, mas cata um pouquinho do que vai ter pra vocês:

✖ Double Drink...
✖ Bodyshot
✖ Fanfarretes distribuindo canelinha e xixa na boquinha!
✖ Free Candys pra evitar que o PT role logo no começo
✖ Free Popcorn
✖ Cadeira Elétrica
+ Surpresas!

E se acha que por conta disso tudo não vamos fazer um line up LINDO, você se engana! Teremos DJ's e Fanfarretes de fora do ES e um line up local de peso!

No repertório só as mais sem limites, nada de Sandy nessa festa. Solte a Rihanna que existe dentro de você, chama a Miley pra quebrar a boate inteira e vem com a gente!

LIVE FAST, DIE YOUNG, BAD GALS DO IT WELL.

**Divulgação completa com Line Up, em breve!

PATROCÍNIO:

ONDA TURISMO
MIXIRICA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA


● ENTRADA:
> $20 reais all night long

● Entrada com pagamento somente em dinheiro.
● Para os serviços internos, a Blow Up Club aceita os cartões de crédito Banescard, Visa e Mastercard.
● INFORMAÇÕES: 99996 2992 (FANFARRA), BLOW UP: 3229 3000.
● Proibida entrada de menores de 18 anos. A apresentação de documento é obrigatória.
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quarta-feira, 7 de maio de 2014

ÍDOLOS DA MPB

Começou sua carreira na época da Jovem Guarda (embora nunca tenha participado no programa apresentado por Roberto Carlos, Erasmo e Wanderléia) , obtendo grande sucesso com as canções A praça (de autoria de Carlos Imperial) e Meu bem (uma versão em português do próprio Ronnie para a música Girl dos Beatles). Em 1966, apresentou na TV Record o programa "O Pequeno Mundo de Ronnie Von", no qual interpretava um personagem baseado no livro O pequeno príncipe, herói da literatura infantil. A partir daí ficou conhecido como "O pequeno príncipe", apelido que o acompanhou durante alguns anos, também como uma forma de comparação ao apelido de "Rei" dada a Roberto Carlos, já que a mídia na época tinha criado um clima de rivalidade entre os programas dos respectivos cantores.
"O Pequeno Mundo de Ronnie Von" ganhou um certo destaque na mídia, atraindo artistas diferentes daqueles dos quais o programa Jovem Guarda costumava receber, dentre eles os futuros tropicalistas: Caetano Veloso, Gilberto Gil e Os Mutantes. Estes últimos, após sua primeira apresentação, ainda conhecidos como "Os Bruxos", viraram atração permanente no programa, tendo em seguida mudado o nome do grupo para "Os Mutantes", pois nem Rita e os irmãos Baptista estavam satisfeitos com o nome. De acordo com Carlos Calado, a ideia veio do diretor do programa, com um tom de brincadeira, já que Ronnie na época estava lendo "O império dos Mutantes" e não falava em outro assunto.
No final da década de 60, Ronnie gravou três discos que são verdadeiras relíquias na história da música brasileira. Abusando da psicodelia, muito influenciado por Beatles e antenado com o rock feito na época, Ronnie Von grava um disco homônimo, o A Misteriosa Luta do Reino de Parassempre contra o império de Nuncamais e Máquina Voadora. Por contar com o desapontamento da gravadora, que na época acreditou que os discos não eram comerciais, fizeram pouco sucesso à época. Hoje, são comprados por pequenas fortunas por colecionadores.
Nos anos 70 voltaria a fazer sucesso na televisão. Além de apresentar um programa de auditório na TV Tupi, fez a novela Cinderela 77.
Ronnie Von foi casado durante 12 anos com Arethusa, com quem teve dois filhos. Em 1984 casou-se com a atriz Bia Seidl, de quem logo se separaria. Desde 1987, Ronnie Von está casado com Cristina, a Kika, onze anos mais nova. A paixão de Kika pelo artista vem de longa data, pois já havia declarado seu amor por Ronnie quando tinha apenas 11 anos de idade.
Escreveu o livro Mãe de gravata, em que conta sua experiência de ficar com a guarda dos filhos após a separação. A propósito é pai de 3 filhos: Léo, Ronaldo e Alessandra.
Definindo-se como um metrossexual, nos últimos anos começou a apresentar programas dirigidos ao público feminino.
Desde 2004, Ronnie Von apresenta o programa Todo Seu, exibido diariamente nas noites da TV Gazeta, a partir das 22h15 na referida emissora. Seu programa registra audiência qualificada com médias em torno de 2 pontos, pico que bate na casa dos 3. O programa Todo Seu chega a bater de frente com a RedeTV (Superpop).
Em março de 2007 foi lançado na internet um tributo independente dedicado à fase psicodélica da obra do cantor, Tudo de Novo - Tributo a Ronnie Von. A homenagem virtual contou com 30 bandas de todo o Brasil.

terça-feira, 6 de maio de 2014

CASALZINHO

KKKKKKKKKKKKKK
Diz aê Cumpadi Washington:
"- Sabe de nada, Inocenteeeee!!!!"
KKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKK

segunda-feira, 5 de maio de 2014

FOTO DO DIA

THOR é uma banda de Power Metal dos anos 80's, da cidade de Vitória, no Estado do Espírito Santo. Foi a banda pioneira de heavy Metal capixaba da década de 80. No ano de 1986 a banda Thor lançou o seu primeiro EP “RockSide/Thor”, contendo duas músicas. Em 1987, lançou, outro EP, “The Living Side Of Death”, contendo quatro composições em inglês, após período inicial da banda com repertório em português).

As músicas refletem o período de amadurecimento musical das bandas nacionais, com influências nítidas das bandas thrash americanas que despontavam na época. 
Posteriormente o vocalista Midgard (Fábio “Boi”) seguiu para o Attomica de São José dos Campos/SP, e os integrantes Alex e Giuliano (baixo e bateria) formaram outra banda com Wilson Carrasco (ex-guitarrista do Thor), o Porrada!!! com estilo death metal/ grindcore, e que lançou 3 LP'S (The Avalanche/The Society's Open Hurts/Long Live Grindcore).
 
COMPONENTES:
Alexandre (baixo)
Giuliano (bateria)
Jeffinho (guitarra)
Fábio “Boi” (vocal)
 
DISCOGRAFIA:
(1986) ROCKSIDE/THOR
(1987) THE LIVING SIDE OF DEATH
(2001) O DIA SEGUINTE (single)
 

terça-feira, 29 de abril de 2014

ESTATISTICA

KKKKkkk....
Pourra..essa aí não dá nem pra rir.
Caso sério.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

FOTO DO DIA

A Banda Urublues tornou-se conhecida no Espírito Santo por vários motivos: pelo jeito irreverente de cantar as dores do ser humano, pelo seu trabalho essencialmente autoral e, não menos importante, por seu pioneirismo. 
Nascida de uma brincadeira de estudantes da Ufes, em 1988, a banda acabou tornando-se a mais antiga do Estado ainda em atividade em 2008 completou 20 anos e foi, também, o primeiro grupo musical do Espírito Santo a eleger o blues como matéria prima de seu repertório, o que lhe conferiu o título de "Pai do blues capixaba". 
Vale lembrar que no final dos anos 80 este gênero musical era quase desconhecido do grande público capixaba, que voltava sua atenção principalmente para o rock tupiniquim, para o heavy metal e para a estilos mais populares como a lambada. 
Aproveitando um momento de grande criatividade, a Urublues selecionou suas melhores composições para gravar um disco e, acabou inaugurando a era da tecnologia digital, em 1992, entrando para a história da música capixaba como a primeira banda do Espírito Santo a gravar um CD. 
Ato contínuo, a banda obteve uma conquista que até hoje mantém-se inédita: foi a primeira e única banda capixaba a participar do tradicional Festival de Inverno de Ouro Preto (MG), o que aconteceu em 1995. 
Com mais de 600 shows no currículo, a banda ganhou maior notoriedade ao dividir palco com artistas de renome nacional, como Lulu Santos, Barão Vermelho, Zeca Baleiro, Tribo de Jah e outros, além de apresentar nos maiores e melhores eventos musicais do Espírito Santo. 
 
COMPONENTES:
Caubi (Vocal)
Dodó Lee (baixo)
Vagner Simonassi (guitarra)
Vaner Simonassi (bateria)
 
DISCOGRAFIA:
(1992) URUBLUES
(2002) FLUIDO
 
VÍDEOS/CLIPES:

sexta-feira, 25 de abril de 2014

INDIFERENÇA

"Um dia você usa de tanta indiferença com alguém que consegue exatamente o que deseja:
ser esquecido."
(Augusto Branco)

Um ótimo fim de semana a todos.
Bom feriado santo.
Viva Nossa Senhora da Penha.
Viva os romeiros da Penha.
Viva, viva.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

TOP AGENDA

LANÇAMENTO: A MÁQUINA DO TEMPO E OUTRAS HISTÓRIAS

“A Máquina do Tempo e Outras Histórias” é o novo livro do escritor Anaximandro Amorim. A coletânea reúne 46 textos, entre crônicas e contos, foi contemplada pela Lei Rubem Braga, da Prefeitura de Vitória, e publicada pela Editora Pedregulho.

Com prefácio da jornalista e cronista Jeanne Bilich, o livro apresenta recort...es do dia a dia, retratos em prosa do cotidiano, escritos entre 2002 e 2012 para antologias, revistas, jornais, seu extinto blog e seu site oficial (www.anaximandroamorim.com.br), no qual publica a cada quinzena.

A obra será lançada durante o Café com Letras, do Shopping Norte Sul. No evento, além de bate-papo com o autor, haverá apresentação musical de Marcus Trancoso e participação do ilustrador Caio Cruz, que criará desenhos ao longo de todo o encontro.

O livro será vendido a R$ 20, no lançamento, e R$ 30, após.
 
HOJE ÀS 19:00
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EXPOSIÇÃO MEU PAÍS TROPICAL: HEIDI LIEBERMANN
 
O Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (MAES) inaugura, no dia 24 de abril às 19h, a exposição Meu País Tropical: Heidi Liebermann. Além da artista alemã, o museu sediará a exposição "A Terra Quieta a Terra Inquieta”, do artista capixaba Bruno Zorzal.

Heidi Liebermann apresenta um conjunto de obras inéd...itas e realizadas especificamente para essa exposição e para o espaço do Maes. Além de pinturas de grande dimensão, o visitante encontrará um ambiente imersivo a ser explorado. Recortando e alinhavando suas impressões e vivências no Brasil desde a década de 70, a artista revela em sua pintura um panorama de cores vibrantes, repleta de referências e identificações com o que pode ser nosso país tropical.

O artista convidado Bruno Zorzal dialoga, em suas fotografias, com os trabalhos de Heidi. Para esta exposição, Zorzal se concentrou sobre imagens feitas entre 2011 e 2013, no Espírito Santo, interior do Rio Grande do Sul e agreste de Pernambuco, buscando a sua concepção de meu país tropical a partir de suas memórias afetivas.

Além da exposição, o museu oferece ao público um Programa Educativo com diversas oportunidades de participação.
 
MAES MUSEU
HOJE ÀS 19:00
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"Rock In Dobro" acústico Queen, Pink Floyd, Kiss, Creedence, Whitesnake, Bon Jovi, Pearl Jam, Alice in Chains, Skid Row, Hendrix, Metallica, Deep Purple, Journey, Van Halen e outros clássicos do rock com os músicos:

CLAUDIO PASSAMANI - Violão & Voz
PAULO BATERA - Percussão
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PROMOÇÕES DA NOITE:

CAIPIRINHA - 2 POR R$7.00 ATÉ AS 22HS.
BALDE COM 9 UNIDADES DE HEINEKEN, BUDWEISER, STELLA ARTOIS - R$40,00
BALDE COM 10 BRAHMAS LATA - R$35,00
BALDE COM 10 ITAIPAVAS LATA - R$30,00
PORÇÕES E PETICOS VARIADOS A PARTIR DE R$15,00

+ TV's com Vídeos de bandas, UFC/Futebol, Sinuca, Tótó e Várias Promoções de Cervejas.

Local: CORRERIA MUSIC BAR - Av. Saturnino Rangel Mauro, 501 - Praia de Itaparica

Hora: A partir das 21:00hs (BAR ABERTO DE 20HS A 00:00HS)
ENTRADA FRANCA!
Classificação: Livre.

Informações: 98116-3325 (vivo) | 99988-8840 - Paulo Carvalho
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Sexta edição da festa de groove, soul e black music, com os DJS KL Jay (Racionais MCs), Big e JR (Rapa da Godoy), Dj Saddock (RJ), Cabelo e Semáforo (Residentes MÔIO GROSSO) e Zappie.

Ingressos: R$ 25,00 (homens) e R$ 20,00 (mulheres)
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Sexta Feira, 25/04, 22h
| Rock | Classics | Rockabilly | Oldies |
Show com Durango Kid Experience
DJ's Tuzzão, Julio Camelo, Chicão, Wendel Mom
...
Prepare muito bem os seus pés essa semana, pois sexta feira é dia de deixá-los massacrados na pista de dança do Stone Pub.

A onda rockabilly vai invadir com tudo nessa Let's Rock e a banda Durango Kid Experience, que já mostrou que tem todo o glamour da cena musical dos anos 50 e 60, não vai deixar ninguém parado.
Jerry Lee Lewis, Elvis Presley, Chuck Berry, Little Richard, Bill Haley, Johnny Cash... o que não faltará serão os hit's da época.

E ainda teremos um concurso pro melhor casal rockabilly/pinup caracterizado.
O prêmio? Surpresa!!!
;)

Entre no clima rockabilly desde já!!!

Rike threw a party in the Stone Pub
Durango Kidd was there and they began to wail
The band was jumpin' and the joint began to swing
You should've heard the people of Vitorinha sing
Let's rock, everybody, let's rock
Everybody in the whole dance floor
Was dancin' to the Stone Pub rock

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LINEUP

22h30 Julio Camelo
23h30 Chico
00h30 SHOW COM DURANGO KID EXPERIENCE
02h30 Wendel Mom
03h30 Tuzzão
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ENTRADA*
R$15 até às 23h
R$20 após às 23h

*Pagamento do ingresso somente em dinheiro.

CENSURA: 18 anos com documento original de identificação com foto.

STONE PUB
Rua Rômulo Samorini, 33
Praia do Canto - Vitória - ES

Aceitamos Visa, Master, Elo e Banescard
alimentação | lounge | área de fumantes semi coberta

brahma | stella artois | heineken | budweiser | liber e brahma zero |

*CAPACIDADE MÁXIMA DA CASA: 200 PESSOAS.

INFO
(27) 3019-8178
(27) 98854 6844
(27) 99989 5654
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Mais um vez, os maiores nomes do Rap nacional voltam ao estado. E não é pra perder!

RACIONAIS MC'S, CONE CREW + CONVIDADOS

...

25 de Abril (sexta-feira) - Álvares Cabral


ABERTURA DOS PORTÕES 22:00 HORAS



PONTOS DE VENDAS:

LOCAL SURF (SHOPPING VITÓRIA) - 3345-1441
CABANA (LARANJEIRAS) - 3241-9231
FOCAS SURF SHOP (SHOPPING PRAIA DA COSTA) - 3329-2771
BICHO GULOSO (JARDIM DA PENHA) - 3200-3096
CABANA (JARDIM CAMBURI) - 3022-0578

WWW.BLUETICKET.COM.BR



ARQUIBANCADA

1º LOTE (MEIA) - 30,00
2º LOTE (MEIA) - 40,00
3º LOTE (MEIA) - 50,00


ÁREA VIP

1º LOTE (MEIA) - 60,00
2º LOTE (MEIA) - 80,00
3º LOTE (MEIA) - 100,00
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Show com as bandas:

HEADSET - O melhor do Pop Rock anos 80's e 90's
SPOCKS - Red Hot, Foo Fighters, Blur, Arctic Monkeys, Ramones, Led e outros classicos do rock
THE BURGUERS - Cover Matanza...

Promoções da noite:

BALDE COM 10 BRAHMAS LATA - R$35,00
BALDE COM 10 ITAIPAVAS LATA - R$30,00
PORÇÕES E PETICOS VARIADOS A PARTIR DE R$15,00

+ TV's com Vídeos de bandas, UFC/Futebol, Sinuca, Tótó e Várias Promoções de Cervejas.

Local: CORRERIA MUSIC BAR - Av. Saturnino Rangel Mauro, 501 - Praia de Itaparica V. Velha
Hora: 22:00hs
Ingressos: R$10 (dinheiro ou cartão)
Classificação: 16 anos com RG. Menor só com pai ou mãe.

Informações: 98116-3325 (vivo) | 99988-8840 - Paulo Carvalho
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Vivencie conosco as Artes!

 O projeto Vivência em Artes realizado pelo SESC, terá em sua programação cursos e oficinas destinados a artistas profissionais, pesquisadores, professores, produtores e estudantes de artes plásticas/visuais, e músicos que atuam ou pretendam atuar no segmento da arte-educação. ...

 Com inscrição gratuita, a Vivência em Artes Visuais abordará questões ligadas à Curadoria, Crítica e Arte-educação, com três oficinas teórico-práticas: “Imagem, corpo e escrita”; “Práticas Artísticas Educativas” e “Atos de Escrita”.

Já a Vivência em Música terá duas turmas: “O Choro e suas possibilidades na escola”, aos sábados e “O método de musicalização Gazzi de Sá”, aos domingos.

 O edital está publicado no site www.sesc-es.com.br , onde estão disponibilizadas as fichas de inscrições, abertas até o próximo dia 23 de abril com envio para o e-mail cultura@es.sesc.com.br , e para aqueles que forem enviar pelo correio, via Sedex, ou pessoalmente no setor de cultura, serão aceitas até o dia 22.
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Show com as bandas:

Blobfish - SKACORE (LOGO)
Lovecankill - METALCORE
Truque Sujo - Cover Offspring...
Shad - Pop - Punk

Promoções da noite:

BALDE COM 10 BRAHMAS LATA - R$35,00
BALDE COM 10 ITAIPAVAS LATA - R$30,00
PORÇÕES E PETICOS VARIADOS A PARTIR DE R$15,00

+ TV's com Vídeos de bandas, UFC/Futebol, Sinuca, Tótó e Várias Promoções de Cervejas.

Local: CORRERIA MUSIC BAR (Antigo Skaldaria)
Av. Saturnino Rangel Mauro, 501 - Praia de Itaparica V. Velha
(Próximo ao Hotel Marlim Azul na Rod.do Sol)
Hora: 18:00hs em ponto
Ingressos: R$8,00 (dinheiro ou cartão)
Classificação: Livre até as 22hs.

Informações: 98116-3325 (vivo) | 99988-8840 - Paulo Carvalho.
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O sonho virou realidade! Sim danadinhas, pela primeira vez no Espírito Santo, om exclusividade na pista da FANFARRA: BONDE DO ROLÊ! ISSO MESMO: O PRIMEIRO SHOW DE UMA BANDA NA FANF's!

Um dos grupos brasileiros de maior sucesso de público e crítica no Brasil e no mundo, uma mistura de ritmos fortes do Brasil com as clá...ssicas batidas do Funk carioca, o Bonde do Rolê vem em uma apresentação magnética, tropical e bem sem vergonha e frescura, do jeito que a gente gosta!

E como a gente somo linda, trouxemos além de nossos residentes RAFAHELL e MURILO CALDAS, o talentoso produtor ARTHUR MARQUES compondo nosso line um. Então vem neném que aqui se come bem!

△▽ FANFARRA APRESENTA: BONDE DO ROLÊ △▽
△▽ 26 abril △▽ Blow Up Club △▽

LINE UP
BONDE DO ROLÊ
ARTHUR MARQUES
MURILO CALDAS
RAFAHELL

PATROCÍNIO:

ONDA TURISMO
MIXIRICA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA
KAFFA CAFETERIA


● ENTRADA:
> $ 25 reais - (1º Lote - 200 primeiros)
> $ 30 reais (2º lote - até a lotação da casa)

● Entrada com pagamento somente em dinheiro.
● Para os serviços internos, a Blow Up Club aceita os cartões de crédito Banescard, Visa e Mastercard.
● INFORMAÇÕES: 99996 2992 (FANFARRA), BLOW UP: 3229 3000.
● Proibida entrada de menores de 18 anos. A apresentação de documento é obrigatória.
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Domingo, 27/04, 22h
| Rock | Classics | Indie | Alternativo
DJ's Tuzzão e convidados

E na véspera de feriado, o Stone Pub não te deixa na mão....

Venha curtir a festa de rock e relembre os hit's que não saem da nossa cabeça, nessa festa que é puro rock 'n' roll.

E olha a novidade:

Você que nunca tocou em uma festa, ta afim de provar que pode mandar bem?
Mande uma lista do que você tocaria na noite, com 30 minutos de duração pra stonepubbar@gmail.com e selecionaremos os melhores set's pra compor o elenco da noite.

Compartilhe a notícia e surpreenda os jurados.

ENTRADA*
R$15 até às 23h
R$20 após às 23h

*Pagamento do ingresso somente em dinheiro.

CENSURA: 18 anos com documento original de identificação com foto.

STONE PUB
Rua Rômulo Samorini, 33
Praia do Canto - Vitória - ES

Aceitamos Visa, Master, Elo e Banescard
alimentação | lounge | área de fumantes semi coberta

brahma | stella artois | heineken | budweiser | liber e brahma zero |

*CAPACIDADE MÁXIMA DA CASA: 200 PESSOAS.

INFO
(27) 3019-8178
(27) 98854 6844
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

ÍDOLOS DA MPB

Músicos, musicólogos e amantes de nossa música podem discordar de uma coisa ou outra. Afinal, como diria a vizinha gorda e patusca de Nélson Rodrigues, gosto não se discute. Mas, se há um nome acima das preferências
individuais, este é Pixinguinha. O crítico e historiador Ari Vasconcelos sintetizou de forma admirável a importância desse fantástico instrumentista, compositor, orquestrador e maestro:“Se você tem 15 volumes para falar de toda a
música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: Pixinguinha.”

Uma rápida passagem pela sua vida e sua obra seria suficiente para verificar que ele é responsável por façanhas surpreendentes, como a de estrear no disco aos 13 anos de idade revolucionando a interpretação do choro.
 
É que naquela época (1911) a gravação de disco ainda estava em sua primeira fase no Brasil e os instrumentistas, mesmo alguns ases do choro, pareciam
intimidados com a novidade e tocavam como se tivessem pisando em ovos, com medo de errar. Pixinguinha começou com segurança total e improvisou na flauta com a mesma tranqüilidade com que tocava nas rodas de choro ao lado do pai e dos irmãos, também músicos, e dos muitos instrumentistas que formavam a elite musical do início do século XX.

Pixinguinha só não era eficiente em certos aspectos da vida prática. Em 1968, por exemplo, a música popular brasileira, os jornalistas, os amigos e o próprio governo do então estado da Guanabara mobilizaram-se para uma série de eventos comemorativos pela passagem dos seus 70 anos no dia 23 de abril. Sabendo que a certidão de nascimento mais utilizada em fins do século XIX era a certidão de batismo, o músico e pesquisador Jacob Bitencourt, o grande Jacob do Bandolim, compareceu à igreja de Santana, no Centro do Rio, para obter uma cópia da certidão de batismo de Pixinguinha, e descobriu que ele não fazia 70 anos, mas 71, pois não nascera em 1898 como sempre informou, mas em 1897. O erro fora consagrado “oficialmente” em 1933, quando Pixinguinha
procurou o cartório para fazer a sua primeira certidão de nascimento. Mas não se enganou apenas no ano.

Registrou-se com o mesmo nome do seu pai, Alfredo da Rocha Viana, esquecendo-se do Filho, que era seu, e informou errado o nome completo da mãe: Raimunda Rocha Viana em vez de Raimunda Maria da Conceição. O
que é certo é que tinha muitos irmãos: Eugênio, Mário, Oldemar e Alice, do primeiro casamento de Raimunda, e Otávio, Henrique, Léo, Cristodolina, Hemengarda, Jandira, Hermínia e Edith, do casamento dela com Alfedo da Rocha Viana. Ele era o caçula.

A flauta e as rodas de choros não impediram que tivesse uma infância como as outras crianças, pois jogava bola de gude e soltava pipa nos primeiros bairros em que morou, Piedade e Catumbi. O pai, flautista, não só deu a ele a primeira flauta como o encaminhou para os primeiros professores de música, entre os quais o grande músico e compositor Irineu de Almeida, o Irineu Batina.

Seu primeiro instrumento foi cavaquinho mas mudou logo para a flauta.
 
Sua primeira composição, ainda bem

menino, foi Lata de leite, um choro em três partes como
era quase obrigatório na época. Também foi em 1911 que se incorporou à orquestra do rancho carnavalesco Filhas da Jardineira, onde conheceu os seus amigos de toda a vida, Donga e João da Baiana.

O pai preocupava-se também com os estudos curriculares do menino, que, antes de freqüentar os bancos escolares , teve professores particulares. Ele,
porém, queria mesmo era a música. Tanto que, matriculado no Colégio São Bento, famoso pelo seu rigor, matava aula para tocar no que seria o seu primeiro emprego, na casa de chope A Concha, na Lapa Boêmia.

“Às vezes, ia lá com a farda do São Bento”, recordou Pixinguinha em seu depoimento ao Museu da Imagem e do Som. Tudo isso, antes de completar os 15 anos, quando inclusive trabalhou como músico na orquestra do Teatro Rio Branco. Em 1914, com 17 anos, editou pela primeira vez uma composição de sua autoria, chamada

Dominante. Na edição da Casa Editora Carlos Wehrs, seu
apelido foi registrado como Pinzindim. Na verdade, o apelido do músico ainda não contava com uma grafia definitiva, pois fora criado pela sua avó africana. O
significado de Pinzindim teve várias versões. Para o radialista e pesquisador Almirante, significava “menino bom” num dialeto africano, mas a melhor interpretação, sem dúvida, é a do pesquisador de cultura negra e grande
compositor Nei Lopes, que encontrou a palavra psi-di
numa língua de Moçambique, que significa comilão ouglutão. Como Pixinguinha já carregava também o apelido caseiro de Carne Assada, por ter sido surpreendido apropriando-se indevidamente um pedaço de carne assada antes do almoço que seria oferecido pela família a vários convidados, é provável que a definição encontrada por Nei Lopes seja a mais correta.

Em 1917, gravou um disco do Grupo do

Pechinguinha [sic] na Odeon com dois clássicos da suaobra de compositor, o choro Sofres porque queres e a valsa Rosa, sendo que esta última tornou-se mais
conhecida em 1937, quando foi gravada por Orlando Silva.

Naquela altura, ele já era um personagem famoso não só pelo seu talento de compositor e de flautista como por outras iniciativas, entre as quais sua participação no Grupo do Caxangá, que saía no carnaval desde 1914 e era
integrado por músicos importantes como João Pernambuco, Donga e Jaime Ovale. E era também uma das figuras principais das rodas de choro na famosa casa de Tia Ciata (Hilária Batista de Almeida), onde o choro ocorria na sala e o samba no quintal. Foi lá que nasceu o

famoso Pelo telefone, de Donga e Mauro de Almeida,
considerado o primeiro samba gravado. Em 1918, Pixinguinha e Donga foram convocados por Isaac Frankel, proprietário do elegante cinema Palais, na Avenida Rio Branco para formar uma pequena orquestra que tocaria na sala de espera. E nasceu o grupo Oito Batutas, integrado por Pixinguinha (flauta), Donga (violão), China,irmão de Pixinguinha (violão e canto), Nélson Alves
(cavaquinho), Raul Palmieri (violão), Jacob Palmieri (bandola e reco-reco) e José Alves de Lima, Zezé (bandolim e ganzá). “A única orquestra que fala alto ao
coração brasileiro”, dizia o letreiro colocado na porta do cinema. Foi um sucesso, apesar de algumas restrições de caráter racista na imprensa. Em 1919, Pixinguinha gravou
Um a zero, que compusera em homenagem à vitória da
seleção brasileira de futebol sobre a uruguaia, dando ao país seu primeiro título internacional, o de campeão sulamericano.

É impressionante a modernidade desse choro, mesmo quando comparado a tantas obras criadas mais de meio século depois.
Os Oito Batutas viajaram pelo Brasil e, em fins de 1921, receberam um convite irrecusável: uma temporada em Paris, financiada pelo milionário Arnaldo Guinle. E, no dia 29 de janeiro de 1922, embarcaram para a França, onde permaneceram até agosto tocando em casas diferentes, sendo a maior parte do tempo no elegante cabaré Sheherazade. Foi em Paris que Pixinguinha ganhou
de Arnaldo Guinle o saxofone que iria substituir a flauta no início da década de 1940, e Donga recebeu o banjo, com o qual faria muitas gravações. Na volta da França, o grupo fez várias apresentações no Rio de Janeiro (inclusive na exposição comemorativa do centenário da independência) e, em novembro de 1922, novamente os Oito Batutas viajaram, dessa vez para a Argentina, percorrendo o país durante cerca de cinco meses e gravando vários discos
para a gravadora Victor. Na volta ao Brasil, a palavra Pixinguinha já ganhara sua grafia definitiva nos discos e na imprensa. Novas apresentações em teatros e em vários eventos e muitas gravações de disco, com seu grupo identificado com vários nomes: Pixinguinha e Conjunto, Orquestra Típica Pixinguinha, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga e Orquestra Típica Oito Batutas.

Os arranjos escritos para seus conjuntos chamaram a atenção das gravadoras, que sofriam na época com a

quadradice dos maestros da época, quase todos
estrangeiros e incapazes de escrever arranjos com abossa exigida pelo samba e pela música de carnaval.

Contratado pelo Victor, fez uma verdadeira revolução, vestindo a nossa música com a brasilidade que fazia tanta falta. São incontáveis os arranjos que escreveu durante os anos em que atuou como orquestrador das gravadoras
brasileiras. Tudo isso nos leva a garantir que não estará cometendo qualquer exagero quem afirmar que Pixinguinha foi o grande criador do arranjo musical
brasileiro. Na década de 1930, gravou também muitos discos como instrumentista e várias músicas de suaautoria (entre as quais as fantásticas gravações de

Orlando Silva de Rosa e Carinhoso), mas o mais
expressivo daquela fase (incluindo mais da metade da década de 1940) foi a sua atuação como arranjador.

Em 1942, fez a última gravação como flautista num

disco com dois choros de sua autoria: Chorei e Cinco companheiros. Ele nunca explicou direito a troca para o
saxofone, embora se acredite que o consumo excessivo de bebida seja o motivo. Mas a música brasileira foi enriquecida pelos contrapontos que fazia no sax e com o lançamento de dezenas de disco em dupla com o flautista
Benedito Lacerda, certamente um dos momentos mais altos do choro em matéria de gravações. Em fins de 1945, Pixinguinha participou da estréia do programa “O pessoal da Velha Guarda”, dirigido e apresentado pelo radialista
Almirante e que contava também com a participação de Benedito Lacerda. Em julho de 1950, uma iniciativa inédita de Pixinguinha: gravou cantando o lundu da sua

autoria (letra de Gastão Viana) Yaô africano, que fora
gravado em 1938. Em 1951, o prefeito do Rio, João Carlos Vital, nomeou-o professor de música e de canto orfeônico (ele era funcionário da prefeitura desde a década de 1930). Até aposentar-se deu aulas em várias escolas cariocas. A partir de 1953, passou a freqüentar o Bar Gouveia, no Centro da cidade, numa assiduidade interrompida apenas por problemas de doenças. Acabou contemplado com uma cadeira permanente, com o seu nome gavado, na qual apenas ele poderia sentar.

Um grande acontecimento foi o Festival da Velha Guarda, que comemorava o quarto centenário da cidade de São Paulo, em 1954. Pixinguinha reuniu o seu pessoal da Velha Guarda (mais uma vez sob o comando de Almirante) e realizaram várias apresentações no rádio, na televisão e em praça pública com a assistência de dezenas de milhares de paulistas. Antes da volta ao Rio, Almirante recebeu uma carta do presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, dizendo, entre outras coisas, que, “dentre todas as extraordinárias festividades em que se comemora o quarto centenário, nenhuma teve maior
repercussão em São Paulo, nem conseguiu tocar mais profundamente o coração do seu povo”. Em 1955, foi realizado o segundo Festival da Velha Guarda, mas sem a repercussão do primeiro.

O mais importante de 1955, para Pixinguinha, foi a

gravação do seu primeiro long-play, com a participação
dos seus músicos e de Almirante. O disco recebeu o nome de “Velha Guarda”. No mesmo ano, a turma toda

participou do show O samba nasce no coração, na
elegante casa noturna Casablanca. No ano seguinte, a rua em que ele morava, no bairro de Ramos, a Berlamino Barreto, ganhou o nome oficial de Pixinguinha, graças a um projeto do vereador Odilon Braga, sancionado pelo prefeito Negrão de Lima. A inauguração contou com a presença do prefeito e de vários músicos e foi comemorada com uma festa que durou dia e noite, com muita música e bastante álcool. Em novembro de 1957, ele foi um dos convidados pelo presidente Juscelino Kubitschek para almoçar com o grande trompetista Louis
Armstrong no Palácio do Catete. Em 1958, depois de um almoço no clube Marimbás e sofreu um mal súbito. No mesmo ano, seu conjunto da Velha Guarda foi o escolhido
pela então poderosa revista O Cruzeiro para recepcionar
os jogadores da seleção brasileira, que chegavam da Suécia com a Copa do Mundo conquistada. Em 1961, fez várias músicas com o poeta Vinícius de Morais para o

filme Sol sobre a lama, de Alex Viany. Em junho de 1963,
sofreu um enfarte que o levou a passar várias internado numa casa de saúde.

Em 1968, seus 70 anos (que, na verdade, como vimos, eram 71) foram comemorados com um espetáculo no teatro Municipal que rendeu um disco, uma exposição no Museu da Imagem e do Som, uma sessão solene na
Assembléia Legislativa carioca e um almoço que reuniu centenas de pessoas numa churrascaria da Tijuca. Em 1971, Hermínio Belo de Carvalho produziu um disco

intitulado Som Pixinguinha, com orquestra e solos de
Altamiro Carrilho na flauta. Em 1971, um daqueles momentos que levavam seus amigos e considerá-lo santo: sua mulher, dona Beti, passou mal e foi internada num hospital. Dias depois, foi ele acometido de mais um problema cardíaco, foi também internado no mesmo hospital, mas, para que ela não percebesse que também estava doente, colocava um terno nos dias de visita e ia visitá-la como se estivesse vindo de casa. Por essa e por outras é que Vinícius de Morais dizia que, se não fosse Vinícius, queria ser Pixinguinha. Dona Beti morreu no dia
7 de junho de 1972, aos 74 anos de idade.

No dia 17 de fevereiro de 1973, quando se preparava para ser o padrinho de uma criança na Igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, sofreu o último e
definitivo enfarte. A Banda de Ipanema, que fazia naquele momento um dos seus mais animados desfiles, desfez-se imediatamente com a chegada da notícia. Ninguém queriasaber de carnaval.

O 117º aniversário de Pixinguinha, se ainda estivesse vivo, é o tema do Doodle do Google desta quarta-feira (23).

A sua importância foi tanta para o choro que coincide com o aniversário de Pixinguinha o Dia Nacional do Choro, homenagem pensada pelo bandolinista Hamilton de Holanda e os alunos da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. A lei aprovando a data foi sancionada em 4 de setembro de 2000 e até hoje a data é um marco para os amantes deste estilo musical.

terça-feira, 22 de abril de 2014

FOTO DO DIA

A Banda Lion Jump surgiu em janeiro de 2001, com o propósito de executar o melhor do ‘roots reggae”. No início, o nome da banda era “Lion Jungle”, mas já em sua primeira apresentação, graças a uma “falha” gráfica por parte da produção do evento, a banda passou a ser apresentada, a partir de então, como a conhecemos hoje. Este nome caiu nas graças do grupo e de todo o público.
O Lion Jump vem conquistando seu lugar ao sol com credenciais de peso: foi eleita vencedora do primeiro Festival Capixaba de Reggae em 2002, No mesmo ano, lançou o seu primeiro CD “Soldado de Jesus”, contendo 12 faixas próprias, incluindoCiranda eO Tempo, músicas de grande aceitação por parte do público capixaba, com execução maciça nas rádios locais e vendagem de 8 mil cópias. Pouco tempo depois, em 2004, a banda pôs o pé na estrada e foi para São Paulo, onde gravou a pré-produção do seu segundo CD, intitulado “Contra Babilônia”, com 13 faixas próprias, gravadas ao vivo, numa fase mais voltada para o “Dub”.
Em 2007, mais uma vez a banda foi respirar outros ares. A família Lion foi até Brasília desempenhar o Projeto ?Nas trilhas de Jah? amparado pela Lei Rouanet, onde os músicos promoveram oficinas de reciclagem para crianças, transformando lixo em Instrumentos musicais e brinquedos. Com esta oportunidade a banda pode dar vazão a mais um dos seus objetivos: A conscientização ambiental por meio de sua arte.
De volta á terra natal, na trajetória de shows, eventos e participações em projetos sócios - culturais, o Lion Jump se mantém sustentado em dois pilares: A qualidade de seu espetáculo com um som de altíssima qualidade, que conta com o potencial e a reciclagem musical de seus integrantes, e com equipamentos de última geração.
A vontade de inovação para proporcionar ao seu público o melhor da música Reggae a cada apresentação;Além de direcionar suas músicas para uma conscientização do seu público, com letras de cunho social, cultural e ambiental.
A banda foi influenciada por: Bob Marley, Peter Tosh, precursores do “roots reggae”; Augustus Pablo, grande expoente do “Reggae-Dub”; Gladiators; Israel Vibration; Steel Pulse e muitos outros nomes do reggae mundial, além, é claro da forte influência de clássicos do “rock‘n roll”, como The Beatles, Pearl Jam, dentre outros. A banda teve ainda o privilégio de tocar com figuras expressivas do reggae nacional e internacional, como Pato Banton, Tribo de Jah, Edson Gomes, Adão Negro, Planta e Raiz e Ponto de Equilíbrio e tantas outras.
O quinteto encontra-se, no momento, em fase de finalização de seu terceiro CD, intitulado “Clássicos da Favela”, baseado na pré – produção de “Contra Babilônia”. Este novo trabalho aposta em 12 faixas com nova roupagem, sendo quatro delas inéditas, como “Se Não Houvesse Confusão”, em que se mesclam as mensagens de paz e igualdade, com o peso das guitarras e a marcação pulsante da “cozinha” e dos metais. Esta obra conta ainda com participações expressivas de artistas de renome do cenário músico-cultural capixaba, como o já parceiro Alexandre Lima (Mahnimal) e Fabrício Chattola (Beatbox, dos “Suspeitos na Mira”).
O Lion Jump conta, também, com um elemento fundamental para o êxito de seu trabalho: o carisma de seus integrantes, em especial do vocalista Elias Santos, cuja semelhança física com o Rei do Reggae Bob Marley cria um diferencial marcante no grupo. É óbvio que uma imagem, por si só, não é determinante para o sucesso ou insucesso de uma banda. Somente o retorno do público determina, de fato, sua popularidade neste segmento musical, fruto do talento de todos os componentes. Podemos apostar no crescimento do Lion Jump, cada vez mais evidente.

COMPONENTES:
Elias Santos (compositor, vocal, guitarrista e produção musical)
Kassio Dalla Bernadina (guitarra e percussão)
Karlo Dalla Bernardina ( bateria e percussão)
Aderman Costa (trompete , Flugelhorn e flauta)
Diego Mudinho (trombone)
Kiko Alves (baixo)

DISCOGRAFIA:
(2002) SOLDADO DE JESUS
(2004) CONTRA BABILÔNIA
(2011) CLÁSSICOS DA FAVELA

VÍDEOS/CLIPES: