quinta-feira, 18 de abril de 2013

TOP AGENDA

PHONO LIVE @ Jazz Café - Beats & Pieces
Quinta 18 de abril 22:00h

Promoção: Os 15 primeiros que curtirem a página de PHONO e compartilharem esse flyer entram V...IP com uma long neck Heineken super gelada de brinde!
(A promoção será encerrada às 20:00h de 18 de abril de 2013, e os ganhadores devem chegar ao Jazz Café antes de 0:00h)
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Retorno da Banda OX's ao palco do Balístico Music Bar nesse novo projeto ousado e cheio de sofisticação. Preparamos um show fantástico para esse dia somente com o que há de melhor do rock nacional e internacional. Quer um ambiente diferenciado e ouvir boa música? Então vem para o Balístico.
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A terceira edição da O¡GA vem deixar a noite de quinta-feira infalível. A pista interna do Celebration vai tremer mais uma vez com um time de DJs afiados, incluindo o set de despedida do convidado Marcel Dadalto, gênio das pickups por trás do Zémaria.

Venha curtir o melhor dos novos beats eletrônicos na próxima quinta, 18 de abril, a partir das 22 horas!

O¡GA
... Quinta, 18/4, 22h
Espaço Celebration

LINE-UP
Locatelli
Rike Sick
Marcel Dadalto
Arthur Marques

ENTRADA*
R$10 até meia-noite
R$15 após meia-noite

CENSURA
18 anos com documento original de identificação com foto

LOCAL
Espaço Celebration
Av. Saturnino Rangel Mauro, 505
Jardim da Penha - Vitória/ES
(Rua do Canal, próximo à Ponte Ayrton Senna)

INFO
(27) 9299 3254
(27) 8854 6844
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MAIS UM MOMENTO E MAIS UM CONVITE ESPECIAL AOS AMIGOS PRA CURTIR AQUELE ASTRAL NA PRAIA DE CAMBURI . 2ª EDIÇÃO NESTA SEXTA FEIRA.
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A saudade virou um turbilhão pirante. Depois dessas férias, a gente volta cheidi vontade de se querer. E como a Curva da Jurema é um lugar bonitão e que gostamos muito, nada melhor que voltar debaixo daqueles coqueiros.

e logo depois da REGIONALl, começa o samba-rock da banda MALAGUETOS.
~ haja corazón ~

E o esquema só termina lá pelas tantas da madruga boladona. Nossa querida Conceição, lá do Quiosque, disse que vai ter uma mesa de café da manhã pra evitar ressaca :)
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Bandas:

Residus – Hardcore/Crossover – Campos RJ
... Anesthesia of Beer – Thrash/Crossover – Campos RJ
Classicos Eternos – Grind Core – Campos RJ
D.O.R – Thrash Metal/Crossover – Vila Velha ES
Mass Execution – Death Metal – Vila Velha ES
Ynsanity Hate – Thrash/Death Metal – Guarapari ES
Pesadelo Nuclear – Thrash Metal – Cachoeiro ES

Local: SKALDARIA BAR - Av. Aracruz, 1896 - Praia de Itaparica
(Próximo a Chica Chiclete e Hotel Marlim Azul na Rod.do Sol)
Hora: A partir das 19:00hs
Ingressos: R$5.00

Aceitamos Cartões de Débito/Crédito.

Informações: 8116-3325 (vivo) | 9988-8840 - Paulo Carvalho
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Comemorando nosso décimo quinto ano de existência e a semana nacional do choro , o Grupo Carne de Gato apresnta clássicos do choro e musicas autorais .Estejam convidados e sejam muito bem vindos.
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YUMI - BAR DESCONTRAÇÃO -- Som acústico de boa qualidade pra quem gosta de ouvir o bom e velho rock´n roll. No repertório sucessos da década de 70 e 80 como The Police, Duran Duran, Deep Purple, Neil Young, Creedence, Toto e etc. Espero todos vocês!

Data: 20/04/2013 (sábado)
Horas: 21hrs
Couvert: 5 reais
 
 
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EVENTO EM DESTAQUE:
 


FESTIVAL BANDAS DE GARAGE - DEAD FISH

Dead Fish, Poly Phone(Gravação do DVD) - Pontos de Vendas: Lojas Bahamas, Bicho Guloso, Zepellin Lanches, venda On Line Blue Ticket - Ingressos 1º Lote R$ 20,00(meia), 2º Lote R$ 30,00(meia) e 3º Lote R$ 40,00(meia) - 1º Lote de Camarote R$ 50,00(meia) e 2º Lote R$ 60,00(meia).

quarta-feira, 17 de abril de 2013

ÍDOLOS DA MPB

19 de janeiro de 1942 Nasce em Vitória, capital do Espírito Santo, Nara Lofego Leão. Nara era a segunda filha do casamento entre Dr. Jairo Leão, advogado, e Altina Lofego Leão, professora. Sua irmã mais velha era Danuza Lofego Leão.
1954 Nara ganha do pai o seu primeiro violão e passa a fazer aulas com o músico Patrício Teixeira. Nessa época, ela estudava no mesmo colégio de Roberto Menescal e, já com doze anos, o apresentava em discos as novidades do jazz norte-americano.
1956 Nara se matricula na Academia de Violão de Menescal e Carlos Lyra, na Rua Sá Ferreira.
1957 Durante esse ano ocorrem no apartamento de Nara as primeiras das famosas reuniões do grupo de jovens músicos que participariam da Bossa Nova. O apartamento era localizado no edifício Champ-Elysées, em frente ao posto 4 da Avenida Atlântica, Copacabana.
1958 Após contrair uma hepatite, Nara se ausenta do colégio por dois meses. Logo depois desse evento, larga em definitivo os estudos, no segundo científico. 
   Durante breve período, trabalha como secretária de redação e repórter do “Tablóide UH”, caderno de utilidades comandado por Alberto Dines no jornal Última Hora, de Samuel Wainer.
1959 No dia 22 de setembro, Nara participa apenas como platéia no I Festival de Samba Session realizado na PUC-RJ. Esse seria um dos primeiros shows com o grupo de músicos envolvidos com a nascente Bossa Nova. 
   No dia 13 de novembro, estréia como cantora no show “Segundo comando da operação bossa nova”, realizado na Escola Naval. Nara cantou “Se é tarde me perdoa” e “Fim de noite”.  
Inicia seu namoro com Ronaldo Bôscoli.
1960 Nara passa a freqüentar o consultório do psicanalista Ivan Ribeiro, um dos membros fundadores da primeira turma do Instituto de Medicina Psicológica ao lado de Hélio Pellegrino. 
   Nesse ano, começam a sair as primeiras notícias na imprensa carioca sobre a Bossa Nova e o grupo de jovens reunidos nos apartamentos da Zona Sul, entre eles o de Nara. Ela participa de uma série de apresentações, públicas e privadas, e é destaque com fotos em várias matérias jornalísticas. 
   Em junho a revista Singra, encarte do jornal Correio da Manhã, publica uma reportagem feita durante uma reunião de músicos na casa de Nara Leão.
1961 Paralelamente a iniciante carreira de cantora, Nara se dedica às artes plásticas, mais especificamente à xilogravura. Com 500 candidatos concorrendo para o X Salão Nacional de Arte Moderna, Nara e suas obras foram classificadas dentre 138 trabalhos. 
   Termina seu relacionamento com Ronaldo Bôscoli.
1962 Nara continua participando esparsamente de shows ao redor do país, cantando basicamente um repertório ligado a Bossa Nova, sempre acompanhada dos músicos do movimento.  
   Inicia seu namoro com o cineasta e compositor moçambicano Ruy Guerra.
1963 Em março, na boate Au bom gourmet em Copacabana, Nara se apresenta pela primeira vez como cantora profissional, dividindo o palco com Carlos Lyra e Vinícius de Moraes no espetáculo Pobre Menina Rica, escrito pelos dois. 
   Primeiras apresentações em programas de TV de diferentes estados. 
   Em agosto, no estúdio Rio-Som da Rua do Senado, Rio de Janeiro, inicia a gravação do seu primeiro disco de carreira. A gravadora era a recém-fundada Elenco, de Aloysio de Oliveira.
1964 Ano de ascensão pública de Nara como uma das maiores cantoras do país. Suas opiniões políticas e declarações a favor dos movimentos de esquerda geravam polêmicas nos jornais.  
   Em janeiro de 1964 Nara cumpre uma temporada de shows da boite Bottle’s, no Beco das Garrafas, ao lado do Bossa Trio (DomUm Romão na bateria, Gusmão no baixo e Carlinhos no piano) e da violonista Rosinha de Valença. 
   Nara, seu primeiro disco pela Elenco, é lançado na boate Zum Zum em fevereiro desse ano. Nesse disco, Nara se afasta de vez do rótulo de “cantora de bossa nova” e inaugura um repertório que promovia o encontro das composições de Carlos Lyra, Vinicius de Moraes e Baden Powell com os sambas de Cartola, Zé Ketti e Nelson Cavaquinho.  
   Ainda nesse ano de 1964, Nara assinava um contrato com a Philips para a gravação de seu novo disco. Além disso, fez uma temporada em São Paulo e shows em várias cidades brasileiras, passando pelo Norte e pelo Nordeste. Em uma dessas viagens, conhece os trabalhos de Maria Bethânia, Caetano Veloso e Gilberto Gil. 
   Em setembro, Nara participa ao lado de Sérgio Mendes, Tião Neto e Edson Machado de uma turnê de shows nacionais e internacionais (com apresentações no Japão) promovida pela empresa de moda Rhodia.  
   Em outubro, Nara concede uma polêmica declaração para a revista Fatos e Fotos em que anuncia sua ruptura completa e, até então, definitiva, com a Bossa Nova e seus compositores. Com o título “Nara de uma bossa só”, a matéria teria uma réplica dos seus antigos parceiros, na mesma revista, com o título “Resposta à Nara”.  
Em Novembro é lançado Opinião de Nara, segundo disco da cantora, pela Philips. O disco, com repertório na mesma linha do primeiro, torna-se a inspiração para o espetáculo musical Opinião, escrito por Oduvaldo Vianna Filho, Paulo Pontes e Armanda Costa, dirigido por Augusto Boal e encenado pela própria Nara, por Zé Ketti e João do Vale.
1965 Nara inicia o ano como uma das principais personalidades do país devido ao sucesso de seus discos e do espetáculo Opinião. A crítica musical debate não só suas canções como suas declarações públicas em entrevistas. 
   No final de janeiro, por problemas na garganta devido ao uso intenso de sua voz, Nara precisa se retirar do espetáculo Opinião e, em um primeiro momento, é substituída por Susana Moraes. Logo depois a própria Nara indica como sua substitua a jovem cantora baiana Maria Bethânia. 
   Em março inicia as gravações de seu LP O Canto livre de Nara, pela Philips. 
   Em abril Nara participa do espetáculo Liberdade, Liberdade, segunda incursão do grupo Opinião no teatro de Arena do Rio de Janeiro. O espetáculo – escrito por Millôr Fernandes e dirigido por Flávio Rangel – foi alvo de uma série de ataques dos ditos anti-comunistas durante suas apresentações. 
   No mesmo período de Liberdade, Liberdade, Nara participa de um show na boate Zum Zum ao lado de Edu Lobo e Luis Eça. 
   Em agosto Nara inicia a gravação e seu novo disco pela Philips, que seria lançado no ano seguinte.
Em setembro é lançado pela Philips o disco do espetáculo Opinião, gravado em janeiro, com Nara Leão ainda no elenco. 
   A Philips lança o LP 5 na bossa – Nara, Edu Lobo, Tamba Trio, resultado de um show realizado no Teatro Paramount durante esse ano.
1966 Em janeiro Nara sai em viagem de férias para Nova York e para a Europa. 
   Em fevereiro é lançado o disco Nara Pede Passagem, seu terceiro pela Philips. O Disco traz novos compositores em seu repertório, como os iniciantes Sidnei Miller, Jards Macalé, Paulinho da Viola e Chico Buarque de Hollanda. 
   Em maio, Nara concede uma famosa entrevista para o Diário de Notícias, declarando sua oposição ferrenha aos militares no governo do país. A manchete “Nara é de opinião: esse exército não vale nada”, causou imensa repercussão e ameaças de prisão por parte do regime ditatorial e palavras solidárias de cronistas como Rubem Braga, Carlinhos de Oliveira e Carlos Drummond de Andrade. 
   No mesmo mês de maio Nara dá seu depoimento para o debate “Que caminho seguir na música popular brasileira?”, organizado pela Revista Civilização Brasileira, organizado por Airton Lima Barbosa. Uma de suas declarações da época: “Enquanto Roberto Carlos vai a todos os programas, todos os dias, o pessoal da música brasileira, talvez por comodismo, não vai. Existe até certo preconceito – quando eu vou ao programa do Chacrinha os bossanovistas me picham, eles acham que é ‘decadência’ ir a este programa”.  
No Festival de Música Popular da Rede Record Nara defende duas músicas: O homem, de Millôr Fernandes e A Banda, de Chico Buarque. A segunda, interpretada ao lado do compositor, tornou-se a vencedora do Festival ao lado de Disparada, de Geraldo Vandré. Seu compacto, prensado pela Philips, tornou-se um sucesso nacional de proporções gigantescas. 
   Nara grava seu quarto disco pela Philips, intitulado Manhã de Liberdade e trazendo “A banda” como faixa de abertura. Outro disco lançado esse ano com participação de Nara é o disco ao vivo com a peça Liberdade, Liberdade. 
   Ainda nesse ano Nara participa por pouco mais de seis meses como apresentadora ao lado de Chico Buarque no programa Pra ver a banda passar, transmitido pela Rede Record de Televisão. 
   Ano em que inicia o namoro com o cineasta Cacá Diegues.
1967 Em maio Nara e Chico Buarque apresentam o último programa Pra ver a banda passar na Rede Record.  
   No mesmo mês, Nara grava e lança com uma festa no Largo do Boticário o disco Vento de maio, com repertório dominado pelas composições de Chico Buarque e Sidnei Miller. Como destaque, a bela capa do pintor Augusto Rodrigues, seu antigo professor de pintura. 
   Em julho, ao lado de Caetano Veloso, da varanda de um hotel em São Paulo, Nara assiste e critica a chamada “Marcha contra as guitarras elétricas”, organizada por defensores da MPB contra o sucesso pop da Jovem Guarda. 
   No mesmo mês, no dia 26 de julho, Nara casa com o cineasta Carlos (Cacá) Diegues no apartamento de seus pais, na Avenida Atlântica. 
Nara grava mais um disco pela Philips, intitulado simplesmente Nara, com capa de Lan e repertório com canções que iam de antigos nomes como João de Barro e Ari Barroso a novos compositores como Edu Lobo e a estreante Sueli Costa. 
   Participa dos festivais do ano cantando A estrada e o violeiro com Sidnei Miller no Festival de Música Popular da Rede Record e Carolina, de Chico Buarque no II Festival Internacional da Canção.  
   Viaja para Europa com Cacá Diegues e faz apresentações em Paris.  
   Participa do filme Garota de Ipanema de Leon Hirszman e Vinícius de Moraes.
1968 Abre o ano estreando o show Tique-Taque no Teatro de Bolso, em Ipanema, ao lado do conjunto vocal Momento Quatro. Nesse show, Nara cantava um repertório que aliava os novos tempos em canções como “Tropicália” de Caetano Veloso e clássicos como “Três apitos” de Noel Rosa e “Chega de Saudade” de Tom Jobim e Vinícius e Moraes. 
   Ao lado de Cacá Diegues, participa intensamente das manifestações públicas contra o regime militar.  
   Em primeiro de abril, quatro anos após o golpe militar e logo após o assassinato do estudante Édson Luís, Nara publica no jornal Última Hora o contundente texto “É preciso não cantar” na coluna “Roda Viva”, de Nelson Mota. 
   Em Julho Nara canta “O tema dos inconfidentes” no Teatro Municipal do Rio de Janeiro durante o espetáculo Romanceiro da Inconfidência, adaptação de Flávio Rangel para a obra de Cecília Meireles. 
   Em agosto é lançado seu novo disco sem título, trazendo apenas sua foto na capa. O repertório escolhido e os arranjos de Rogério Duprat sinalizavam a sua afinidade com os compositores ligados ao momento tropicalista na música popular brasileira. Caetano Veloso está presente no disco com o bolero “Lindonéia” e com as parcerias com Torquato Neto “Deus vos salve essa casa santa” e “Mamãe coragem”.  
Participa do disco coletivo Tropicalia ou Panis et circenses com a gravação de “Lindonéia”, composição de Caetano Veloso feita a pedido da cantora e inspirada em uma obra do pintor Rubens Gerchman.
1969 Ano em que o regime militar fecha o cerco sobre a sociedade. Nesse período, Nara diminui bastante suas atividades musicais no Brasil. 
   Em abril ela participa de uma temporada de shows em Portugal ao lado de Chico Buarque e Vinícius de Moraes, ambos moradores da Europa durante esse período.  
   Grava e lança do disco Coisas do Mundo, com repertório que trazia, além do samba-título de Paulinho da Viola, algumas versões de sua autoria para músicas de Rolando Alarcón e Jacques Brel e canções de Caetano Veloso, Jards Macalé e Sidnei Miller. 
   Em agosto, numa entrevista concedia a Tarso de Castro para o Pasquim, dá por encerrada sua carreira de cantora.  
   No fim do ano, Nara deixa o país com Cacá Diegues para viverem um período de exílio na Europa. Moram em Paris, onde Nara passa a ter uma vida cotidiana longe da fama que a acompanhava – e a incomodava – no Brasil.
1970 Período em que Nara vive em Paris ao lado de Cacá Diegues. 
   Trabalha em apresentações esparsas e faz versões de músicas brasileiras para cantoras francesas como François Hardy. 
   Fica Grávida de sua primeira filha, Isabel, que nasce no dia 28 de setembro. 
   Ainda em Paris resolve gravar para Philips um álbum duplo com vinte e quatro canções do período da Bossa Nova. O disco traz composições de Tom Jobim com seus parceiros Newton Mendonça, Vinícius de Moraes e Chico Buarque, além de canções de Carlos Lyra, Johnny Alf e Baden Powell. Gravado apenas com violão e piano e com a participação da cantora e violonista Tuca, o disco ganhou arranjos de cordas de Luis Eça e Rogério Duprat e foi lançado com o título Dez anos depois.
1971 Nara Leão e Cacá Diegues voltam a morar no Brasil. 
   Em um ano de poucos trabalhos, Nara dá algumas entrevistas e participa do disco da Philips Os Maiores sambas-enredos de todos os tempos, com o samba “Nordeste, seu povo, seu canto e sua glória”, de Wilson Diabo, Maneco e Heitor. 
   Grava um compacto duplo trazendo quatro versões de músicas estrangeiras, entre elas “Pai e filho”, uma versão de Cacá Diegues para “Father and son”, de Cat Stevens. As outras três canções eram versões de Nara para músicas de Georges Moustaki. 
   É lançado pela Philips o álbum duplo Dez anos depois.
1972 Em 17 de janeiro nasce o segundo filho de Nara Leão e Cacá Diegues, Francisco. Nara participa como atriz ao lado de Maria Bethânia e Chico Buarque do filme Quando o carnaval chegar dirigido pelo marido Cacá Diegues. 
   No mesmo ano, a trilha sonora do filme é lançada em LP pela Philips com Nara cantando “Mais uma estrela” de Bonfiglio de Oliveira e Herivelto Martins e “Soneto” de Chico Buarque. 
   É convidada para participar como presidente da comissão julgadora do VII Festival Internacional da Canção, realizado no Maracanãzinho. Após seguidas confusões entre a organização do festival, a censura e comissão julgadora, Nara é destituída da presidência com o resto dos jurados. 
   Em agosto, faz uma série de apresentações na boate Flag, no Rio de Janeiro. O registro dessa apresentação seria lançado em 1976 em um mini-LP com o título Palco, corpo e alma.
1973 Nara inicia o ano apoiando a carreira de um jovem cantor cearense que logo faria sucesso, chamado Fagner. Ela participa de seu primeiro disco e divide com ele o palco nos shows de lançamento do disco, em fevereiro. 
   Participa como atriz ao lado de Anecy Rocha do filme Lira do Delírio, de Walter Lima Junior. 
   Inicia uma série de shows com Chico Buarque e o MPB-4, estreando o Circuito Universitário, projeto idealizado por Benil Santos para percorrer as universidades com shows de música popular brasileira. 
   Em junho, faz shows em Curitiba ao lado de Fagner. 
   Em agosto grava um programa de televisão da Rede Bandeirante ao lado de Chico Buarque, Vinícius de Moraes e Toquinho. Participa também do espetáculo Phono 73, promovido pela gravadora Philips com todo seu elenco e transformado em três LPs com o mesmo título. Nara canta “Diz que fui por aí” de Zé Ketti e H. Rocha e “Quinze anos”, de Naire e Paulinho Tapajós. 
   Inicia sua volta aos bancos escolares, terminando o segundo grau, abandonado em prol da carreira da cantora ainda em 1958. No ano seguinte, Nara faz o vestibular para cursar psicologia na Pontífice Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC.
1974 Ano em que Nara volta a gravar um LP pela Philips. Produzido por seu amigo de juventude Roberto Menescal, Meu primeiro amor é um disco pessoal, em que a cantora grava as canções que tocava ao violão para seus filhos pequenos.  
   Participa de quatro discos da famosa Coleção Marcus Pereira sobre música folclórica brasileira, cantando canções nos LPs dedicados à Música Popular do Centro Oeste/Sudeste. 
   Grava o compacto simples A senha do novo Portugal, com a canção “Grandola, vila morena”, de José Afonso, música que marcou o período da Revolução dos Cravos em Portugal.  
   Nara é aprovada no vestibular de Psicologia na PUC-RJ.
1975 A gravadora Philips lança o disco Meu primeiro amor. Por ser um disco sem apelo comercial, a cantora não faz shows de divulgação. Mesmo assim, ganha o prêmio de Melhor Cantora do Ano da Associação dos Críticos de Arte de São Paulo.
1977 Após um período dedicado aos seus estudos de psicologia e aos filhos, Nara retorna ao universo da música popular, gravando o disco Meus amigos são um barato. Um disco com parcerias com alguns de seus amigos da Bossa Nova, como Tom, João Donato, Menescal e Boscôli, amigos compositores, como Gilberto Gil, Chico Buarque, Caetano Veloso e Edu Lobo e com novos amigos como, Dominguinhos e Sivuca.  
   Volta a fazer shows e participa com Dominguinhos da bem sucedida série Seis e meia, no teatro João Caetano, produzida por Sérgio Cabral.  
   Participa cantando seis músicas no disco Os Saltimbancos, de Chico Buarque, Sérgio Barsoti e Luíz Enriquez. 
   Nara e Cacá Diegues se separam.
1978 Nara sai em bem sucedida turnê nacional com um show que reunia Dominguinhos e os grupos Ritmos Nordestinos e Os Carioquinhas. Esse grupo de choro do Rio de Janeiro trazia entre seus componentes os muito jovens violonistas Raphael Rabelo e Maurício Carrilho e a cavaquinista Luciana Rabelo. 
   Gravação e lançamento do surpreendente disco E que tudo mais vá para o inferno, dedicado inteiramente à obra de Roberto e Erasmo Carlos.
1979 Ano em que Nara descobre problemas de saúde. Nara grava e lança em abril o disco Com açúcar e com afeto, que assim como o disco anterior, era todo dedicado ao repertório de um compositor. Dessa vez, ela dedica o disco às canções de seu amigo Chico Buarque.  
   Durante o ano, faz uma série de viagens para divulgação do disco, dando entrevistas para rádios e televisão. Algumas vezes, sente-se mal durante as entrevistas.
1981 Apresentação no Festival de Guarujá.  
   Recolhida dos shows em função de seus problemas de saúde, Nara se dedica ainda mais ao violão. Passa a ter aulas com o jovem professor Almir Chediak. 
   Nara grava e lança o disco Romance Popular, feito em parceria com Fagner e Fausto Nilo. Além dos compositores, que cuidam da produção e do repertório, o LP conta com participações de músicos como Robertinho do Recife e Geraldo Azevedo e arranjos de músicos como seu amigo Menescal, Oberdan, Lincoln Olivetti e Eduardo Souto Neto. 
   Em abril Nara faz uma mini-temporada de três shows para o lançamento de Romance Popular na boate Horse Neck, no Rio de Janeiro. 
  Em agosto Nara estréia em São Paulo, no teatro Tuca, o show Romance Popular, com direção de Flávio Rangel.
1982 Estréia em janeiro o show Romance Popular no Rio de Janeiro, no hotel Rio Palace.  
   Em maio Nara entra em estúdio para gravar seu novo disco. Dessa vez, teria como parceiro João Donato em mais uma produção do amigo Roberto Menescal. O disco é lançado no final do ano com o título Nasci para bailar. 
   Participa do festival MPB Shell, promovido pela Rede Globo, com a canção “Maravilha curativa”, de Miltinho e Kledir Amaral.  
   Nara participa intensamente do processo de abertura política durante as primeiras eleições diretas para governador no Rio de Janeiro depois da ditadura militar. A cantora inicialmente comparece a comícios e eventos a favor de candidatos do PMBD como Arthur da Távola e Miro Teixeira. No dia da eleição, porém, após muitas dúvidas e debates com amigos e personalidades, Nara votou no candidato do PDT Leonel Brizola.  
   Em dezembro estréia o show Nasci para bailar no Teatro da Lagoa, Rio de Janeiro. Durante três semanas de casa cheia, Nara reedita sua parceria com os músicos dos Carioquinhas, agora reagrupados na Camerata Carioca e incorpora ritmistas do Bloco Cacique de Ramos. O show ainda viajaria por diversas cidades do país.
1983 No início do ano Nara participa ao lado de Chico Buarque e Fagner de um grande show de desagravo para o cantor português Sérgio Godinho, detido pela Polícia Federal brasileira há mais de dois meses.  
   Divulga o disco e o show Nasci para bailar em programas de televisão e apresentações ao redor do país.  
   Ainda nesse ano, Nara grava e lança o disco Meu samba encabulado, gravado em parceria com a Camerata Carioca, Paulo Moura e os ritmistas Bira, Ubirani e Joviano, do Cacique de Ramos. O disco tem o repertório todo dedicado ao samba, com novos e antigos compositores do gênero.  
   Participa do Projeto Pixinguinha ao lado da Camerata Carioca, cumprindo um roteiro de shows por várias cidades brasileiras. Nas apresentações, o repertório do disco Meu samba encabulado.
1984 Nara se apresenta pela primeira vez apenas acompanhada de seu violão no show Com açúcar e com afeto, no antigo teatro BNH, atual Teatro Nelson Rodrigues.  
   Em fevereiro participa dos eventos públicos em prol das “Diretas Já”, manifestação a favor da eleição direta para Presidente no país.  
   Estrela na TV Bandeirantes o programa Nara Leão 84, com direção de Cláudio Petraglia e participação de amigos e familiares.  
   Grava e lança o disco Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim, com arranjo e participação do pianista César Camargo Mariano. O disco marca a volta de Nara ao repertório da Bossa Nova.  
   Em julho participa em São Paulo da comemoração pelos dez anos da Fundação Vianinha, em homenagem ao seu amigo e um dos escritores do espetáculo Opinião, Oduvaldo Vianna Filho.
1985 Nara inicia o ano com uma bem sucedida mini-temporada de voz e violão na boate People, no Rio de Janeiro.  
   Grava com seu amigo e produtor Roberto Menescal, dessa vez tocando violão, mais um disco com o repertório relacionado à Bossa Nova e outros estilos: Um cantinho e um violão. Lançado em maio, o disco foi bem recebido pela crítica e pelo público. 
   Recebe dois convites para apresentações de voz e violão no exterior, em várias cidades de Portugal, em Paris e em várias cidades do Japão. Essas apresentações nas cidades japonesas foram acompanhadas por Roberto Menescal e a Camerata Carioca. Seus shows iniciaram uma relação permanente não só de Nara, mas da Música Popular Brasileira com o país oriental.  
   A viagem ao Japão ainda rende a produção do primeiro Compact Disc de um artista brasileiro. Gravado durante o mês de junho na Polygram do Japão e com o repertório todo dedicado à Bossa Nova, o título escolhido foi Garota de Ipanema.
1986 Período em que se agravam os problemas de saúde de Nara. Grande parte do seu tempo é dividido entre sua recuperação em tratamentos e sua ainda ativa carreira musical. 
   É lançado no Brasil o disco Garota de Ipanema, gravado no Japão durante o ano anterior.
1987 Com um quadro de melhora, volta a dar shows com freqüência, quase sempre ao lado de Roberto Menescal. 
   Em abril, ambos se apresentam em uma temporada de shows na boate People, no Rio de Janeiro.  
   Em Junho, Nara e Roberto Menescal fazem uma temporada de shows no 150 Nightclub, boate do hotel Maksud Plaza, São Paulo.  
   Em agosto é lançado o disco Meus sonhos dourados, com clássicos da música popular norte-americana em versões brasileiras feitas por ela e outros como Ronaldo Bôscoli e Fátima Guedes.
1988 Mais uma temporada de shows com grande sucesso – cinco semanas – de Nara e Menescal na boate People, no Rio de Janeiro. Os dois viajam por várias cidades com seu show.  
   Participa de comemorações dos trinta anos da Bossa Nova, com a apresentação em um show na praia de Copacabana ao lado de Carlos Lyra, Luis Eça e do conjunto Garganta Profunda.  
   Em novembro a TV Manchete dedica um especial à dupla Nara Leão e Roberto Menescal.  
   Durante o ano, Nara elabora e divide com Nelson Motta uma nova série de versões de músicas norte-americanas para gravar em seu último disco de carreira, encomendado pela Polygram do Japão e intitulado My foolish heart.
1989 A cantora realiza seu último show em uma mini-turnê por cidades do Norte do Brasil, apresentando-se em março no Iate Clube de Belém do Pará.  
   Nara Leão falece na Casa de Saúde São José, Rio de Janeiro, no dia 7 de junho.

terça-feira, 16 de abril de 2013

ELE VOLTOU PIOR

KKKKKKKKKKKKKKKKK
Que rock, hein, Charlie?!
Saudades do seu estilo ogro.
KKKKKKKKKKKKKKKKK

segunda-feira, 15 de abril de 2013

FOTO DO DIA

Freddie King

Freddie King foi uma figura essencial de uma geração de guitarristas que praticamente escreveu toda a gramática fundamental do blues moderno. Seu fraseado conhecido pelo termo “down home thumb picking”, que consistia em usar o polegar da mão direita para tocar, em vez da palheta, era limpo, preciso e excelente do ponto de vista técnico. A energia que emanava de sua música, aliada a sua técnica, inspirou lendários instrumentistas que deixaram sua marca na história, como Stevie Ray Vaughan, Mick Taylor e Eric Clapton, apenas para citar alguns. Hoje, a sonoridade do guitarrista texano pode parecer meio batida, mas é preciso ter em mente que, no final dos anos 60, King foi responsável por dar uma cara mais moderna ao blues, incorporando novos elementos que, até hoje, fazem parte do gênero.
O jardim pós-guerra do blues florescia em Chicago no final da década de 40 e início dos anos 50, chegando ao público por intermédio de nomes como Jimmy Rogers, Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Eddie Taylor e T-Bone Walker. Foram esses personagens que o jovem Freddie King, então com 16 anos de idade, encontrou ao se mudar para a cidade grande.Assim como o estilo musical que corria em suas veias. Freddie King nasceu no sul dos EUA, mais precisamente em Gilmer, no Texas, em 30 de setembro de 1934. Seu primeiro contato com o blues country veio por meio de sua mãe e de seu tio, que o iniciaram no violão aos seis anos de idade.
Em 28/12/1976: Freddie King morre de problemas cardíacos, em Dallas aos 42 anos.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O INFERNO É FOGO!

'
 
Já dizia o cantor Lobão.

Bom fim de semana a todos.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

ÍDOLOS DA MPB

Antônio Gilson Porfírio, mais conhecido como Agepê (Rio de Janeiro, 10 de agosto de 1942 — 30 de agosto de 1995) foi um cantor brasileiro. O nome artístico decorre da pronúncia fonética das iniciais do nome verdadeiro "AGP".
Antes da fama, trabalhou como transportador de bagagem onde era conhecido como Ripinha e também foi técnico projetista da extinta Telerj, a que abandonaria para se dedicar à carreira artística. A carreira fonográfica teve início em 1975 quando lançou o compacto com a canção Moro onde não mora ninguém, primeiro sucesso dele, que seria regravada posteriormente por Wando, nove anos depois, lançou o sucesso estrondoso Deixa eu te amar, que fez parte da trilha sonora da telenovela Vereda Tropical, de Carlos Lombardi. O disco Mistura Brasileira, que continha esta canção, foi o primeiro disco de samba a ultrapassar a marca de um milhão de cópias vendidas (vendeu um milhão e meio de cópias). A carreira destacou-se por um estilo mais romântico, sensual e comercial, em que fez escola.
Foi integrante da ala dos compositores da Portela, contendo um repertório eclético, composto principalmente por baião e teve no compositor Canário o mais frequente parceiro. Na sua voz tornaram-se consagradas inúmeras composições da autoria, como Menina dos cabelos longos, Cheiro de primavera, Me leva, Moça criança dentre outras. Também regravou "Cama e Mesa", de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, com grande sucesso.
Morreu de cirrose aos cinquenta e três anos de idade.


terça-feira, 9 de abril de 2013

O CASTIGO

AAAAAAIIIIIIIIII...
Bixo, na boa, nunca irrite um menino traficante coreano com um charuto na boca.
KKKKKKKKKKKK
AI AIAI
KKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKK

sexta-feira, 5 de abril de 2013

QUE TALENTO

Geral foi a loucura.
Quanto vale o show, camarada de vermelho?
KKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKK
Bom feriado a todos.



quinta-feira, 4 de abril de 2013

TOP AGENDA

Repertório clássico com o melhor na música Pop das décadas de 70, 80 e 90. Um pop/rock com pegada, feeling e atitude. A partir das 21hs. Couvert artístico a R$ 15,00 por pessoa.

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Todas as quintas do mês de abril, o Cineclube Colorado exibe o documentário “O Bar do Pantera”, sempre às 20h30.

O vídeo, realizado por meio da Lei de Incentivo Cultural "João Bananeira", com patrocínio da Marca Ambiental e produção da Brasa Filmes, trás um pouco da história desse simpático boteco, que se tornou referência cultural de Cariacica.

Dias 04, 11, 18 e 25 de abril
Às 20h30

ENTRADA FRANCA
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VENHO AQUI CONVIDAR A TODOS QUE GOSTAM DE ARTE E MÚSICA
PARA COMPARECEREM A RUA DA LAMA NO DIA 05 DE ABRIL (SEXTA FEIRA)
PARA PRESTIGIAREM

EXPOSIÇÃO ARTISTICA COMEMORANDO OS 15 ANOS,
... DOS NOSSO IRMÃOS DA LDM (LUZ DO MUNDO) CREW!
 
BATALHA DE MC'S (REI DA LAMA)
CONCORRENDO A UMA TATTOO NO ESTUDIO Tattoo na Lama
( SEM VALOR ESTIPULADO, VAI DEPENDER DA FORÇA DE VONTADE DO MC )

APRESENTAÇÃO DO GRUPO: Fora do Padrão
LANÇANDO O SEU SEGUNDO CD '' PRESENTE DE GREGO "

SEGUE ALGUNS SONS:

FORA DO PADRÃO - PRECE AO VENTO

http://www.youtube.com/watch?v=4UEHumY3Ks4

FORA DO PADRÃO - QUEM NÃO BOTOU FÉ

http://www.youtube.com/watch?v=v8ji_gr51Fs

BATALHA DE PINTURA ( MAIK , LIAM , SULLIVAN , KIKA E PATRICK )

NAS PICK UPS QUEBRANDO TUDO!!
DJ JACK E DJ JONE BL !!!

LOCAL: JARDIM DA PENHA
RUA DA LAMA, EM FRENTE AO ESTUDIO TATTOO NA LAMA

A PARTIR DAS 19HRS

PREÇO: 0800

APOIO:

TATTOO NA LAMA
 SNAPVIX
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06-04 | ROCK DOS CAVEIRAS - BENEFICENTE - No Skaldaria Club Praia Coqueiral
Comemorando 6 anos da torcida organizada do Rio Branco, COMANDO ALVI-NEGRO
com muito rock'n roll.

Bandas:

FAITH BLAST - Deathcore
MARTE ATTACK - Punk
PÃO COM PÂNCREAS - Punk
SUBZONA - Hard Punk
OFF BLOOD - Hardcore

Além do DJ PendrivE

Local: SKALDARIA BAR - Av. Aracruz, 1896 - Praia de Itaparica
(Próximo a Chica Chiclete e Hotel Marlim Azul)
Hora: 16hs
Ingressos: 1 KG DE ALIMENTO (Menos Sal e Fuba) ou R$5.00

Aceitamos Cartões de Débito/Crédito. (também para ingresso)
Informações: 8116-3325 (vivo) | 9988-8840 - Paulo Carvalho
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06-04 | THE BIGGEST FOUR! 2

Vem ai a 2ª Edição do "The Biggest Four!".Muitos aqui vão se
lembrar da primeira edição que rolou no Barracustico, então
podem se preparar porque essa será ainda melhor!!!
... Dia 06 de Abril no Skaldaria Bar na Praia de Itaparica.

Bandas:

LETAL - Metallica Tribute
PIECE OF MAIDEN - Iron Maiden Tribute
VULGAR - Pantera Tribute
ORDER OF THE BLACK - B.L.S. Tribute

PROMOÇÕES DO EVENTO:

*Sorteio de Camisas de banda
*Os 100 primeiros pagantes a chegar no rock ganham 1 caneca da Órbita Rock
*Estande da Órbita Rock com muitas camisas e acessórios de rock'n roll
*Promoção de Cerveja durante todo o rock
*Sorteio de Tattoo no valor R$300 por Hamma Hamma Tattoo


Local: SKALDARIA BAR - Av. Aracruz, 1896 - Praia de Itaparica
(Próximo a Chica Chiclete e Hotel Marlim Azul)
Horario: A partir das 21:00hs
Ingressos Antecipado: R$10 na Órbita Rock / R$15 na porta.
Classificação: Livre!

Aceitamos Cartões de Débito/Crédito

Informações: 8116-3325 (vivo) | 9988-8840 - Paulo Carvalho
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Depois do sucesso da primeira edição, a BORN & RAISED retorna com um novo motivo: resgatar o clima fervido dos tempos de Antimofo no KOKESHI! Você que passou bons momentos naquele tempo vai ter uma outra chance de rever os amigos e curtir o som da época neste sábado, 05 de abril, a partir das 22h, no Espaço Celebration. Vem, gente!

BORN & RAISED: KOKESHI
Sábado, 06/4, 22h
Espaço Celebration
...
ENTRADA*
R$10 até meia-noite.
R$15 após meia-noite.

*Pagamento somente em dinheiro.

CENSURA
18 anos com documento original de identificação com foto.

LOCAL
Espaço Celebration
Av. Saturnino Rangel Mauro, 505
Jardim da Penha - Vitória/ES
(Rua do Canal, próximo à Ponte Ayrton Senna)

INFO
(27) 9299 3254
(27) 8854 6844
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EVENTO EM DESTAQUE:
 
ROMARIA DOS HOMENS 2013
 
Data: Sábado, 06 de abril de 2013 à partir das 18h00
Local: Catedral Metropolitana De Vitória em Vitória/ES title=
Evento no Facebook popup

Convido aos meus amigos a participarem da Romaria dos Homens de 2013, será realizada no dia 6 de abril de 2013.

Há 62 anos, esta romaria atrai mais de 130 mil fiéis. Inicialmente criada para estimular a participação masculina na Festa da Penha, hoje é a maior romaria de homens do Brasil. Os romeiros caminham por 14 quilômetros, desde a Catedral de Vitória até ao Convento da Penha.

Vamos caminhar em oração??? Maiores detalhes no decorrer desta semana. Abraços.

Com Maria, dizer SIM, eu creio!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

ÍDOLOS DA MPB

Na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, o garoto Erasmo Esteves cresceu cercado por elementos que tornariam sua identidade musical singular. Já adolescente, fez destacar sua personalidade no meio de um bando de fãs de rock´n´roll e bossa nova que se reunia no hoje famoso Bar Divino, na Rua do Matoso. Tim Maia e Jorge Ben, ambos maníacos por música, faziam parte dessa turma. Logo depois, conheceu o capixaba aspirante a cantor Roberto Carlos, quando concerto de Bill Haley no ginásio do Maracanãzinho. Aquela visão do herói do rock americano em solo brasileiro abriu a mente de Erasmo: de volta ao bairro, formou os Snakes com os dissidentes de outro grupo local, os Sputniks - que encerraram atividades após lendária briga entre dois de seus integrantes, Roberto Carlos e Tim Maia.O grupo vocal de Erasmo estrelou algumas aventuras no underground do mercado musical, até ser contratado pela gravadora pernambucana Mocambo como "concorrentes" dos Golden Boys. Na Mocambo, os Snakes gravaram um bolachão de 78 RPM e também um compacto duplo em 1960, antes de chegarem, por fim, a um único LP, “Só Twist”, pela CBS em 1961. Como nem nesta oportunidade o grupo alcançou o sucesso, seu final foi decretado.Sem seu conjunto e sem a perspectiva de gravação como artista solo, Erasmo foi arranjar trabalho como assistente do apresentador e produtor Carlos Imperial - por intermédio de quem viria a tornar-se crooner do grupo Renato & Seus Blue Caps, em 1962. Com Erasmo dividindo os vocais com o baixista Paulo César, Renato & Seus Blue Caps publicaram seu primeiro LP para a Copacabana. Curiosamente, não muito depois, os Blue Caps acompanhariam o próprio Roberto Carlos na gravação de "Splish Splash", numa versão para o português feita por Erasmo. O sucesso do disco garantiu não só a contratação de Renato & Seus Blue Caps pela CBS, como também o nascimento da lendária parceria entre Roberto e Erasmo.Ao mesmo tempo, Erasmo - já com o nome artístico Erasmo Carlos - tornou-se versionista para diversos artistas. Isso, somado ao sucesso de suas parcerias com Roberto, o levou no final de 1964 até a gravadora RGE (mais direcionada à MPB e ao samba), para ser o nome do selo no já disputado mercado do iê-iê-iê. O pop-rock brasileiro, que começara com o rock´n´roll dos anos 50 e havia passado pelo twist do início dos anos 60, chegava ao iê-iê-iê naquele 1964 como um reflexo comportamental local à beatlemania. A Jovem Guarda agrupou as influências do pop britânico e ganhou popularidade definitiva a partir de setembro de 1965 - quando a TV Record estreou o programa Jovem Guarda. Apresentado por Roberto, Erasmo e Wanderléa em São Paulo por três anos seguidos, o programa deu visibilidade para que Erasmo e Roberto se tornassem os principais nomes e também compositores da Jovem Guarda, com talento de sobra para garantir material de qualidade até para os colegas. Em pouco mais de cinco anos na RGE, que se estenderam até o final dos anos 60, Erasmo gravou discos com acompanhamento dos amigos Renato e seus Blue Caps, os Fevers, The Jet Black´s e The Jordans, além do Som Três de César Camargo Mariano. Com o fim do programa (e do movimento) Jovem Guarda, Erasmo mergulhou ainda mais na bossa e na MPB que vinha tangenciando ao longo dos anos. Ele, que havia composto para festivais e até gravado "Aquarela do Brasil" em 1969 -, voltou a morar no Rio de Janeiro e foi contratado pela PolyGram.Naquele início dos anos 70, a gravadora formou um elenco invejável de MPBistas e lá Erasmo deixaria gravados discos que bem mesclaram suas raízes roqueiras com as tendências da MPB. Influenciado pelo movimento tropicalista e pela música negra americana, cravou seqüência antológica de discos durante toda a década de 70, como “Carlos, Erasmo...” (1971), “Sonhos & Memórias 1941-1972” (1972) ou “Pelas Esquinas de Ipanema” (1978). Tal fase desembocaria, já no início dos anos 80, em período de grande sucesso comercial, com os discos “Erasmo Carlos Convida...” (1980), “Mulher (Sexo Frágil)” (1981) e “Amar Pra Viver ou Morrer de Amor” (1982).Após trabalhar mais esporadicamente durante a década de 90 (quando regravou antigos sucessos, participou de homenagens à Jovem Guarda e de discos-tributos vários), Em 2001, completou 60 anos e lançou seu 22º disco, “Pra Falar de Amor”.. O show desse álbum foi lançado depois em CD e DVD: “Erasmo Ao Vivo”, que, além de registrar um momento histórico de um mito da música brasileira . No final de 2002, os 40 anos de carreira de Erasmo foram comemorados com o lançamento da caixa “Mesmo Que Seja Eu” – contendo toda a sua discografia no período 1971-1988, recheada de material bônus raro e inédito. No ano seguinte, ao final do 10º Prêmio Multishow de Música, Erasmo foi o grande homenageado da noite – com um prêmio especial pelo conjunto da obra. Sua discografia teve continuidade em 2004 com “ Santa Música “ só com material inédito e nos coroando em 2007 com Erasmo Carlos Convida II reunindo feras da MPB em torno de sua obra . A escalação dessa autêntica “ seleção brasileira “ passa por nomes como Chico Buarque , Lulu Santos , Zeca Pagodinho , Skank , Los Hermanos , Os Cariocas , Djavan , Adriana Calcanhoto , Simone , Marisa Monte , Kis Abelha e Milton Nascimento . Nesse período , começou a escrever o seu petardo literário “ Minha Fama de Mau “ reunindo suas memórias e que veio a ser lançado em 2009 . Neste mesmo ano , lançou seu mais recente CD intitulado tão somente “ Rock n Roll “ com produção de Liminha e lançado por sua gravadora Coqueiro Verde Records , Erasmo retoma o seu lado mais roqueiro e conquista o prêmio de melhor CD do ano além de ser indicado ao Grammy . No ano passado, lançou o álbum “Sexo” seguindo a trilogia, com participações nas composições de Arnaldo Antunes, Adriana Calcanhoto, Chico Amaral, Nelson Mota e Frejat nas guitarras. No mesmo ano, foi premiado como melhor compositor pela APCA, indicado como melhor show pelo jornal O Globo, melhor capa nos últimos 25 anos pela Folha de SP, considerado como um dos melhores álbuns de 2011 e “Roupa Suja” entre as melhores músicas pela tradicional revista de música Rolling Stone. Além da inesquecível participação ano passado no Rock In Rio ao lado de Arnaldo Antunes, e esse ano o festival promete um encontro histórico para o rock, o pai do rock brasileiro Erasmo Carlos junto com o pai do rock português Ruy Veloso nos palcos do Rock in Rio Lisboa.Motivos para comemorar são muitos. Gentil como poucos, Erasmo Carlos quer dividir a festa conosco lançando um DVD e CD gravado no Teatro Municipal do Rio de Janeiro ao vivo, parceria da Coqueiro Verde Records com o Canal Brasil, em comemoração aos seus 50 anos de estrada. O mais bonito de tudo é ver o cara em plena forma, se entregando com a mesma sede de palco de sempre, emocionado ao receber as participações da musa Marisa (cantando com ele Mais Um na Multidão, que gravaram juntos há alguns anos) e do amigo Roberto (com quem canta Parei na Contramão e É Preciso Saber Viver). O show faz um passeio por todas as fases da carreira de Erasmo, com sucessos como “Sentado à Beira do Caminho”, “Minha Fama de Mau”, “Mulher”, “Quero que tudo vá para o inferno”, entre outros clássicos conhecidos pelo seu grande público.Atualmente vem desbravando o Brasil com sua turnê Sexo & Rock´n´roll. Afinal de contas, ele é o brasa, o tremendo, o gigante gentil. O poeta (“com a força do meu canto esquento seu quarto pra secar seu pranto”) e o filósofo (“estou sentado à beira de um caminho que não tem mais fim”). O romântico incurável (“detalhes tão pequenos de nós dois são coisas muito grandes pra esquecer”). O roqueiro inveterado (“pus a vida na mesa e resolvi jogar”). Uma autoridade na compreensão do amor, da mulher, da natureza. Vários Erasmos, todos coerentemente articulados no panorama desses 50 anos, comovendo e contagiando a galera. É o aniversário da estrada dele. E o presente é nosso

terça-feira, 2 de abril de 2013

FORA DO CONSULTÓRIO

Putamerda....
Dr., na boa..pede pra sair.
Fala que vai pegar um copo d`água e vaza.
Shame on you.
KKKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKK

segunda-feira, 1 de abril de 2013

FOTO DO DIA

Toy Dolls

Curiosidades:

O grupo Toy Dolls foi formado na cidade de Sunderland, na Inglaterra, em 1979. A formação original trazia Pete Zulu (Peter Robson) no vocal, Olga (Michael Algar) na guitarra, Flip (Philip Dugdale) no baixo e Mr. Scott (Colin Scott) na bateria.
O primeiro show do grupo aconteceu no mesmo ano em sua cidade natal.

Depois de alguns shows, o vocalista Pete Zulu abandonou o grupo. Para ocupar a vaga, o Toy Dolls convidou um jovem chamado Hud, mas o rapaz era tão ruim que foi expulso logo depois da primeira apresentação. A partir de então a banda tornou-se um trio, com Olga assumindo os vocais.
O primeiro single lançado foi "Tommy Kowey’s Car". Todas as 500 cópias iniciais foram vendidas, mas não houve lucro para que fossem feitas mais cópias.
Em 1981 a banda juntou dinheiro e conseguiu lançar seu primeiro álbum por conta própria, exatamente no auge da onda punk. O nome do álbum é "Toy Dolls EP".
Em 1983 o Toy Dolls lançou, pela gravadora Volume Records, o álbum "Dig That Groove Baby", que trazia o maior sucesso da banda até hoje, "Nellie the Elephant".
O grupo ficou caracterizado pela maneira cômica como toca o punk rock.