terça-feira, 19 de janeiro de 2016

DAR


KKKKKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Muito bom, Soldado.
Sobrevivendo na crise!
KKKKKKKKKKKKKKK


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

SHOW DE SEGUNDA

THE CULT - COACHELLA FESTIVAL 2014

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

LIVRE

"Sou escravo pelos meus vícios e livre pelos meus remorsos."
(Jean-Jacques Rousseau)
Um ótimo fim de semana a todos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

MINI BIOGRAFIAS

Ian Astbury nasceu (14 de maio de 1962 em Heswal-Chesire, Inglaterra) filho de um oficial da marinha mercante Britânica Robert leighton Astbury de origem Irlandesa e de Judith Lindsay Astbury professora de origem Escocesa. Seu primeiro instrumento foi o saxofone nas aulas da escola; começou a seguir a banda punk Crass como roadie, onde aprendeu a tocar bateria e outros instrumentos musicais. Seu primeiro ensaio musical foi cantando covers dosSex Pistols para tentar ser vocalista da banda Send No Flowers, é vocalista da banda The Cult. Entre 1983–1995 e 1999-presente, também fez parte da banda de tributo aos The Doors, Riders On The Storm, que conta com a presença dos membros originais dos The Doors, Ray Manzarek e Robbie Krieger. O vocalista iniciou sua carreira musical aos 20 anos nos anos 80 com a banda The Southern Death Cult. Mais tarde a banda se desintegrou e o cantor recrutou Jamie Stewart e Billy Duffy e formam o Death Cult. Mais tarde a banda passa a se chamar The Cult.
Ian e sua família mudaram-se para Hamilton (Ontário) Canadá, em 1973, quando ele tinha 11 anos de idade. Ele viveu lá por cinco anos antes de se mudar de volta para o Reino Unido. Seu pai trabalhou na International Harvester e sua mãe era um contador. Em seu curto período de tempo no país, ele desenvolveu um amor para o Canadá e afirmou em entrevistas que ele vai seguir os playoffs da Stanley Cup, especialmente se a equipe canadense está jogando.
Em 1979, enquanto vivia em Glasgow, ele ficou profundamente impressionado com a canção Doors "The End", que ouviu enquanto assistia o filme Apocalypse Now. Mais tarde, ele descreveu como "uma experiência religiosa". Em 1980, ele estava em Liverpool, onde ele era ativo na cena punk baseado em torno Clube de Eric. Depois de ter sido desabrigadas devido a uma disputa com um senhorio sobre uma festa em seu apartamento quitinete, ele acabou seguindo banda punk anarquista Crass. Depois de um período da vida em squats e dormindo ao relento, ele mudou-se para Bradford, no final de 1980. Aqui, ele era um membro fundador da banda punk positivo Southern Death Cult em 1981. Southern Death Cult durou até março de 1983, quando foi dissolvido. Juntamente com o guitarrista Billy Duffy, o baixista Jamie Stewart e o baterista Raymond Taylor Smith, Astbury formou uma nova banda, Death Cult, lançado The Death Cult (EP) e posteriormente abandonada Morte do nome para se tornar o Cult.
Em 1994, o The Cult voltou com um álbum sem título e uma mudança de ritmo musical. Seu som hard rock desapareceu, substituído não por um interesse crescente de Astbury em música alternativa, moda e letras introspectivas. O álbum auto-intitulado, não foi um sucesso comercial, devido principalmente à falta de apoio de rádio para os álbuns de dois singles ("Coming Down" e "Star"). Para apoiar o álbum eles partiram em uma turnê, no Brasil, no entanto, diferenças criativas de Astbury com o guitarrista Duffy atingiram o seu pico, eo ex-saiu no The Cult.
Inspirado por sua súbita mudança de direção, Astbury logo depois montado um outro grupo de músicos e começou a escrever novas músicas. Ele chamou o grupo The Holy Barbarians, e em 1996 a banda lançou o álbum Cream. Embora não tenha sido um sucesso comercial, os bárbaros foram bem recebidas por muitos que tinha recuperado a respeito Astbury como artista. Um aspecto notável da banda foi na pequena Forum Tunbridge Wells, que os viu sendo acompanhado no palco por Vic Reeves para uma versão de clássico "Wildflower" do Cult.
Dificuldades pessoais e uma unidade para mais introspecção levou Astbury longe de seu novo grupo, como ele começou a trabalhar em um álbum solo (eventualmente lançada como Espírito \ Luz \ Speed).
Em 1999, Astbury e Duffy reformado The Cult para chefiar uma das turnês mais bem sucedido financeiramente daquele ano. Um novo contrato com a Atlantic Records foi coberto, e em 2001 veio o lançamento de Beyond Good and Evil. Sucesso de rádio no início era tido pelo single "Rise", até que a banda teve uma briga com a Atlantic e terminou todas as promoções comerciais e de reprodução de rádio para o álbum. Astbury descreveu a briga com a gravadora como "alma destruir"; desiludido, ele trouxe The Cult para outro hiato em 2002.
Astbury, que se assemelhava a do The Doors Jim Morrison, tornou-se vocalista do The Doors do século 21, em 2002. O grupo apresentou portas originais membros Robby Krieger e Ray Manzarek. Em 2003, Astbury também realizada com os membros sobreviventes dos MC5 no 100 Club, em Londres, antes de finalmente reformar The Cult com Duffy novamente em 2006, para uma série de datas ao vivo e rumores de reedições e outro maior compilação de sucessos nos trabalhos.
Durante o início de 2007, The Cult entrou em estúdio para começar a produção em Nascido para isso, o primeiro álbum do grupo em seis anos. Também previsto para lançamento foi um DVD da banda de 13 novembro de 2006, concerto no Irving Plaza, em Nova York.
Formação atual do Cult consiste em Astbury e Duffy, junto com o baixista Chris Wyse, o baterista John Tempesta e passeios guitarrista Mike Dimkitch. Em outubro de 2007, The Cult finalmente lançado Nascido em This. O primeiro single foi "Dirty Little Rockstar", que contou com forte airplay de rádio.
Em 2009, o The Cult anunciou uma série de shows em todo os EUA, Canadá e Europa, anunciado como "'Love' Live", onde a banda tocou seu clássico álbum, "Love", na sua totalidade

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

FATOS HISTÓRICOS

Fatos importantes - 13 de Janeiro




terça-feira, 12 de janeiro de 2016

GOL DA ALEMANHA

AEEEEEE CARAAALHOOOOOOO
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Boa Soldado.
Medalha de honra ao mérito!


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

SHOW DE SEGUNDA

DAVID BOWIE - LIVE AT ROCKPALAST

r.i.p.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

CARÁTER

"Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo."
(Goethe)

Um bom fim de semana a todos.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

MINI BIOGRAFIAS

Ronnie James Dio, nome artístico de Ronald James Padavona (Portsmouth, 10 de julho de 1942 — Houston, 16 de maio de 2010) foi um músico e compositor de heavy metal ítalo-americano, famoso como front-man das bandas Rainbow, Black Sabbath e Dio. É considerado dos melhores vocalistas de todos os tempos pelo seu enorme talento, com técnicas vocais dificílimas e voz marcante, tendo influenciado muitos dos melhores vocalistas da atualidade. Também é conhecido por ter introduzido a mão chifrada, símbolo do rock que representa dois chifres.
Ronnie adotou o sobrenome artístico "Dio" inspirado no mafioso italiano Johnny Dio. Ainda na escola, formara a banda de rockabilly Vegas Kings que, após mudar de nome várias vezes (sendo chamada de Ronnie and the Rumbles, Ronnie and the Redcaps, Ronnie Dio and the Prophets, The Eletric Elves e The Elves), finalmente tornou-se conhecida como a banda ELF.
Em meados dos anos 70 foi convidado para cantar no grupo Rainbow do guitarrista Ritchie Blackmore (ex-membro do Deep Purple), no qual participou de quatro álbuns. Após deixar o Rainbow por conta de desentendimento com Blackmore, foi convidado pelo guitarrista Tony Iommi para ocupar o posto de vocalista no Black Sabbath, permanecendo com a banda até 1982.
No mesmo ano forma uma banda própria denominada simplesmente Dio, para em 1983 lançar o álbum intitulado Holy Diver. Deste participaram também o baterista Vinny Appice, que tinha acompanhado Dio na saída do Black Sabbath, seu antigo companheiro do Rainbow, o baixista Jimmy Bain, e o guitarrista Vivian Campbell (posteriormente no Def Leppard). Holy Diver foi muito bem aceito e deixou clássicos como a faixa-título, "Stand Up and Shout", "Don’t Talk to Strangers" e o hit "Rainbow in the Dark".
Embalado com o sucesso, Dio grava mais um álbum com sua banda em 1984, este intitulado The Last in Line e a banda embarca numa turnê mundial juntamente com o tecladista Claude Schnell. Em seguida Dio lança seu primeiro vídeo oficial.
Após o lançamento de álbuns conseguintes (veja discografia) e mudanças na formação da banda, Dio faz uma pausa em 1987. Em 1990 reforma a banda DIO e lança o disco Lock up the Wolves. A banda é composta por músicos totalmente novos. Durante a subsequente turnê Dio reencontra o ex-colega do Black Sabbath, o baixista Geezer Butler, e decide retornar à banda para gravar o álbum Dehumanizer em 1992. O grupo se consolidara novamente, mas Dio resolve deixar o Black Sabbath na última data da turnê, após o incidente de saber que este pretendia abrir um show para Ozzy Osbourne.
Nos anos entre 1983 e 2006 permaneceu ativo com a banda Dio e voltou a trabalhar com o companheiro Vinny Appice até 2003.
Em 1992 fez sua primeira aparição no Brasil juntamente com Black Sabath. Retornou ao Brasil nas turnês de Strange Highways, Angry Machines, Magica e Killing the Dragon.
Em 2007 reuniu-se com os antigos companheiros de Black Sabbath, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, para excursionarem na promoção da coletânea Black Sabbath - The Dio Years. Este evento resultou na formação da banda Heaven and Hell que permaneceu ativa até o dia de sua morte.
Ao longo de sua carreira Dio popularizou a expressão da mão chifrada. Na verdade ele usava o gesto no intuito de afastar mau-olhado e não como um símbolo satanista. No documentário "Metal: a headbanger's journey" ele faz referência à sua avó italiana, que supostamente usava o gesto (chamado maloik, não mão chifrada) para afastar ou evocar mau-olhado.
Em 25 de novembro de 2009, Wendy, sua esposa e empresária, anunciou que ele havia sido diagnosticado com câncer de estômago:
"Ronnie foi diagnosticado num estágio inicial de câncer de estômago. Estamos iniciando o tratamento imediatamente na Mayo Clinic. Após Ronnie matar este dragão, ele estará de volta aos palcos, aos quais ele pertence, fazendo o que ele mais ama, cantando para os seus fãs. Vida longa ao rock and roll, vida longa a Ronnie James Dio. Obrigada a todos os amigos e fãs de todas as partes do mundo que enviaram mensagens de boas melhoras. Isto realmente tem nos ajudado a manter nosso espírito forte."
— Wendy
Em março de 2010, Wendy publicou uma atualização online sobre sua condição:
"Ronnie fez sua sétima sessão de quimioterapia, outra tomografia computadorizada e outra endoscopia, e os resultados são bons — o tumor principal tem encolhido consideravelmente, e nossas visitas à clínica em Houston são agora a cada 3 semanas, e não mais a cada 2 semanas."
— Wendy
Dio iniciou o tratamento com a doença ainda no estágio inicial e havia diminuído o número de shows nos últimos meses. Em 4 de maio de 2010, o Heaven and Hell anunciou que eles estavam cancelando todas as apresentações que ocorreriam no verão por causa da condição de saúde de Dio.
Dio morreu às 7:45 da manhã (horário local) de 16 de maio de 2010, de acordo com as fontes oficiais.
Wendy disse no site oficial de Dio:
"Hoje meu coração está partido, Ronnie morreu às 7:45 da manhã de 16 de maio. Muitos, muitos amigos e familiares puderam se despedir privativamente antes que ele fosse embora pacificamente. Ronnie sabia o quanto ele era amado por todos. Nós agradecemos o amor e o apoio que vocês têm nos dado. Por favor, nos deem alguns dias de privacidade para lidar com esta terrível perda. Por favor, tenham certeza que ele amava vocês todos e sua música viverá para sempre."
— Wendy

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

FATOS HISTÓRICOS

Fatos importantes - 06 de Janeiro


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

LUAU

AAAAAAAAAIIIIIIIIIIII
KKKKKKKKKKKKKK
KKKKKKKKKKKKKKKK
Porra, Soldado, sem chances.
Sei que tentou.
KKKKKKKKKKKKKK


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

SHOW DE SEGUNDA

RAIMUNDOS - SKOL ROCK 1998


FELIZ 2016 GALERA!!!